quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Seria diferente

Se eu tivesse aguentado mais um pouco, tudo seria diferente. Você não estaria onde está, com todos esses seus amigos estranhos, essas suas companhias nada boas, esse seu monte de tatuagens e piercings; você estaria do meu lado, sendo o homem que eu queria que você fosse, e o que era melhor pra você, e eu certamente não estaria onde estou também. Eu estaria sempre do seu lado, tentando me soltar um pouco mais, sendo a menina que eu sempre quis ser, ao lado do cara que pareceria perfeito para mim. Acontece que eu nunca fui boa em brincar de pique-esconde, porque detestava ter que me esconder, esconder quem sou, onde estou e o que quero. Eu não aguentei porque você me sufocava com as suas promessas de amor; promessas que eu não pedia. Um futuro amarrado à alguém que eu não queria, sorrisos que encobriam minha antipatia por tudo aquilo, aquele monte de nada. Asfixiada com minha própria infelicidade, eu não suportava mais. Quando estávamos juntos, eu estava feliz, mas quando não estávamos, eu me sentia tão...
Que bom que acabou. Que bom que eu não aguentei. Que bom mesmo, porque eu teria vergonha de ser sua namorada hoje. Você está horrível.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Bigornas de realidade

Há um nó em mim. Estou sentindo meu corpo pesado, como se as permanentes borboletas em meu estômago tivessem sido transformadas em bigornas gigantes. Nada me faz sentir mais leve. Eu poderia voar, que ainda sentiria o peso da realidade me puxando para baixo, e cada vez mais para baixo. Eu choro sem motivo, eu grito quando estou sozinha, eu sorrio de tristeza. Eu tenho tudo que poderia querer, e ao mesmo tempo, sinto como se não tivesse nada. Não posso descrever o que estou sentindo, pois seria como tentar descrever a beleza do sol caindo sobre o mar, ou o horror que sentimos ao levar um susto. São sensações e emoções e visões únicas, e cada um vê de um jeito. Eu me sinto deprimida, mal-amada, desalmada, solitária e excluída. Mas ao mesmo tempo eu sei que faço alguma diferença, e que alguém realmente se importa comigo. Mas quando se coloca duas emoções distintas numa balança, na minha balança, o lado da Infelicidade pende vencedor, e eu sou obrigada a aceitar o fato de que sou depressiva. Quer uma sensação parecida com o que estou sentindo? Um peixe lutando por água e ar quando jogado fora do mar, um pássaro tentando ignorar a asa quebrada, tentando voar. Eu tento me livrar das amarras da lucidez, e me envolver numa nuvem de mentiras e sonhos, mas não consigo, não posso. Eu tento me prender à imagens da minha cabeça, mas a realidade é forte, ou pelo menos mais forte do que eu, e portanto eu não consigo me enganar. Alguns diriam que isso é bom, mas não para mim. Eu faria tudo para poder me desligar um pouco, ficar inatingível. A opinião alheia me importa mais do que devia, eu nego o dom de mergulhar em alegria, não quero mais saber dessa agonia, nem por que ela me contagia.
Chega dessa maldita dor. Uma dose de anestésico emocinal, faz'favor.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Teenage Dream


Já ouviram o último CD da Katy Perry, é claro. Eu adorei! Todas as músicas são maravilhosas, e eu estava passeando no Submarino quando vi o tal CD em promoção. Nem preciso dizer que não aguentei e comprei, e ele acabou de chegar! É muito fofo, sério. O CD em si é todo bonitinho, a capa é linda, as fotos da Katy do encarte são wow!, e não tem como comparar a qualidade do som. Então como eu não ia aguentar não contar pra vocês como as músicas são lindas, estou fazendo um breve comentário aqui, só pra constar.
E se você não ouviu ainda, ouça Last Friday Night e, é claro, Peacock. Essa última é engraçada, tá? Tipo, parece outra coisa, e você nem precisa saber a tradução, haha.
Então ouçam, porque Katy Perry é música de qualidade.
=)

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Às vezes

Às vezes, eu quero ser gorda, pra poder reclamar; às vezes, eu quero ser magra, pra caber em roupas menores. Às vezes quero ser burra, pra poder justificar meus erros; às vezes quero ser inteligente, pra poder apontar os erros dos outros. Às vezes quero ser criança, pra não ter que me preocupar com tantas bobagens; às vezes quero ser adulta, pra poder ignorar pequenos problemas. Às vezes quero ser real, e às vezes quero ser imaginária. Às vezes quero ser certa, e às vezes quero estar errada. Às vezes quero ficar absolutamente sozinha, e às vezes ficar sozinha é insuportável. Às vezes eu sou bipolar, e às vezes sou só chata.
Eu queria deixar de falar tanto "às vezes" e poder dizer "sempre".

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Os 4

Kurt Cobain (1967-1994), Janis Joplin (1943-1970), Jimi Hendrix (1942-1970) e Jim Morrison (1943-1971) foram - e sempre serão - na minha opinião os quatro maiores nomes do rock. Cobain é o mais jovem; nasceu no período final das vidas dos 3J; mas isso não o torna menos importante, de forma alguma. Todos eles foram artistas renomados, com históricos de muitas drogas e álcool. Nenhum se preocupava com a saúde; ligavam apenas para fazer a boa música e deixar uma marca na história. Conseguiram.

J.H.



Jimi Hendrix, o mais velho de todos. Johnny Allen Hendrix, nascido em Seattle em 27 de setembro de '42; obviamente, como manda o figurino, sua morte nunca foi plenamente explicada. Morreu em 18 de setembro de '70, em Notthing Hill. Pelo que parece, ele teria se afogado no próprio vomito - forma muito pouco glamourosa de deixar este mundo. Mas não será sua morte a principal pauta do meu resumo sobre ele, mas sua curiosa mania de agudos em solos e sua fascinação por guitarras.
Hendrix era canhoto, mas se recusava a comprar uma guitarra especial; tocava guitarras para destros ao contrário. Isso era sua marca! Sua guitarra favorita? Uma que será para sempre sua, a Fender Stratocaster (vulgo 'Strat').
Por que eu gosto de Hendrix:
Porque seus solos de guitarra encantaram e encantarão gerações s2

J.J.



Janis Lyn Joplin, a inesquecível Janis, com seus cabelos rebeldes e vocal absurdo. A voz dela era tão fantástica que até hoje eu nunca vi alguém que se comparasse a ela. Nascida em Port Arthur em 19 de janeiro de '43 e morreu de overdose de heroína (mais glamourosa que Jimi, tenho que admitir) no dia 4 de outubro de '70. No ano de 1970, o mundo perdia a voz mais aguda da história e os solos de guitarra mais agudos da história.
Num ritual extraordinário, as cinzas de Joplin (sim, ela foi cremada) foram espalhadas pelo Oceano Pacífico.
Ela esteve no Brasil em fevereiro de '70; foi expulsa do Copacabana Palace por nadar nua na piscina, quase foi presa, cantou em um bordel, enxeu a cara várias noites e fez topless em Copacabana. Ela deixou uma marquinha no RdJ.
Por que eu gosto de Janis:
Porque ela tinha orgulho de ser como era, e porque sua voz me encanta s2

J.M.



Lindo. É a palavra que mais bem descreve James Douglas Morrison: lindo. De Melbourne (8 de dezembro de '43) para o mundo, Jim se mudava constantemente graças ao emprego do pai, que servia à marinha. Estudou em bilhares de escolas, e nunca conseguia se fixar.
Um fato importante: Jim conta que certa vez, quando muito criança, viu um acidente em que um caminhão cheio de índios teria se chocado contra uma viatura, e que como ele não entendia nada, ficou apenas observando. Diz que foi a primeira vez que viu a morte; todos aqueles corpos estendidos no chão, e aquela "tinta vermelha engraçada"... Esse episódio, que os pais de Morrison afirmam nunca ter acontecido, marcou-o profundamente, e ele sempre fazia referências ao acontecido em suas músicas, entrevistas etc.
Casou-se com Pamela (Morrison, rá rá), e viveu um casamento meio conturbado. Tinham muitas brigas, mas se amavam intensamente. Quando sua carreira já estava indo por água à baixo, foi com Pam para Paris. Lá, morreu. Uns dizem que foi por overdose de heroína, embora Jim não fosse conhecido por fazer uso dela - Pam sim. Os médicos disseram que ele teve um ataque do coração. Pam o encontrou na banheira do apartamento novo; chamam-no de "nº 4", pois foi a quarta morte misteriosa (os três primeiros foram Brian Jones, Janis e Jimi, e todos, incluindo Jim, morreram com 27 anos).
Por que eu gosto de Jim:
Porque além de lindo, o filho-da-mãe era talentoso e charmoso s2

K.C.



Kurt. Alguns dizem que era louco, outros que era magnífico. Kurt Donald Cobain, nascido em Aberdeen em 20 de fevereiro de 1967 e morto sobre circunstâncias curiosas/misteriosas em 5 de abril de 1994 (nº 5?) foi e sempre será um dos maiores nomes do rock mundial. A carreira de Cobain foi relativamente curta, mas o sucesso estrondoso e meteórico rendeu ao Nirvana, banda que formou com Krist Novoselic, o título de uma das bandas mais memoráveis de todos os tempos, com seu estilo desleixado - agora conhecido como grunge - e seu som destruído. A morte de Cobain foi trágica ao extremo; Krist saiu do mundo da música, mas Dave (Grohl, do Foo Fighters) manteve-se nesse meio.
Kurt era casado com a conhecida (e detestada minha) Courtney Love, com quem teve a pequena Frances Bean Cobain.
Por que eu gosto de Kurt:
Porque ele cantava bem, tocava bem, compunha bem, era lindo e amava sua família. Ele era perfeito, porra <3

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Vintage em alta no verão 2011?

O que é que vai estar na moda? Eu tenho alguns palpites (e vi algumas coisinhas em algum lugar), mas nunca gostei de seguir uma moda ditada por outras pessoas. Gosto de usar aquilo que eu gosto, e que para mim, é bonito. Óbvio: não adianta querer remar contra a maré. Se o que está na moda é bonito, por que não usar? Vintage, floral, ouro, pérolas: estão em alta e são lindos! Sou apaixonada por esse tipo de coisa! Então, vamos brincar de moda. Vamos lá:


Florais


Entre os meus tópicos já citados estão, claro, as estampas florais. Super utilizadas nas roupas, desde saias até camisas, mas na minha opinião, ficam melhores nos acessórios. E eu prefiro essas com cores mais amenas, em tons pastel. Clarinhas, elas suavizam qualquer look. Esta é uma bolsa da Amoreira Acessórios; R$80.


Cintura Alta



Outra coisa que vem de outras épocas e agora está totalmente in é a saia de cintura alta. Perfeita para qualquer hora, deixa o look mais elegante; alonga a silhueta e, com a combinação certa, pode ir de roupa do dia-a-dia até roupa para balada. Para mim, saias de cintura alta sempre ficam bem com camisas e roupas mais leves. Se for pegar uma saia escura, cuidado na hora de escolher a parte de cima. Não aconselho carregar em detalhes; a saia por si só já é um verdadeiro ponto chamativo. Sério! Com uma saia dessas, uma camisa social manga curta e um salto (scarpin, peep toe, etc) você já tem um look perfeito pra qualquer ocasião. E cuidado com o modelo que você escolher: nem todas as saias podem ser erguidas até a base dos seios, como "vestido". Algumas são realmente até a cintura, apenas. Essa é da Santa Saia; R$125.


Pérolas



São fofas, delicadas, deixam qualquer look muito mais delicado e feminino. Muito famosas nos anos 30, voltaram com tudo nessa temporada. Vão com quase qualquer roupa, qualquer ocasião. Eu mesma tenho a minha correntinha de pérolas, que ganhei da vovó =) O grande segredo desses pequenos globos de delicadeza é que elas dão feminilidade; portanto, use e abuse. Mas cuidado com a sobreposição de peças: não deixe ficar muito pesado, combinando as pérolas com outros tipos de bijoux. Essas são Joyce Atelier; R$25.


Camisas Xadrez

De artigo de pessoas interioranas, lenhadores e afins, para a maior febre. As camisas xadrez não têm contra-indicação: jogue uma básica por baixo, use e abuse. Só um pedido pessoal: não use em situações mais elegantes. Mesmo que não tenha problema, não pega bem. Essa é da Belladonna; R$100.


Saia Florida




Outra peça que não tem muita frescura: é jogar uma camisetinha básica, e só. Pode usar em qualquer situação, com rasteirinhas, sapatilhas, saltos, tênis... Estou apostando que vai ser um hit =) Essa é da Charme Mulher; R$75.

E por hoje é só, gente. Espero ter dado uma ajuda =)

Nancy Hariki, moda vintage

Ultimamente ando com um estranho apego à bijouterias e jóias. Tenho usado muitos anéis, colares, e tenho pesquisado muito sobre eles na internet também. E quando você procura com vontade, você sempre acaba encontrando algo que te agrada. E então, e encontrei.

Durante a minha incansável e inabalável busca por um colar que tivesse um pingente ou miniatura da Torre Eiffel <3, eu encontrei o site Elo7. Nesse site eu encontrei a loja mais maravilhosa do mundo inteiro: Nancy Hariki! Muitos outros blogs podem ter feito propaganda da NH só por fazer, mas eu particularmente amei a loja.

Agora que o vintage está em alta, os produtos da Nancy Hariki vão fazer muito mais sucesso. Relógios de bolso, camafeus, colares folheados, relicários; tudo com designs lindos, totalmente old. Um dos meus favoritos é o colar de Carrossel (acima). Outra peça linda e maravilhosa é o colar relógio de bolso com um pingente da T. Eiffel, e uma pequena flor cor-de-rosa. É perfeito. Absolutamente perfeito (abaixo).



Outra das minhas peças favoritas é o relicário decorado com camafeu cor-de-rosa. Os camafeus são absurdos! Tão elegantes, e ao mesmo tempo, discretos. E lindos, meu Deus. Se eu pudesse ter uma coleção de colares, serião todos camafeus. Mas claro, isso não é possível. Mas sabe que, mesmo as peças da Nancy Hariki sendo maravilhosas, elas não são absurdamente caras. Todas numa faixa de R$35. Claro, algumas mais caras, e algumas mais baratas. Os relógios são em torno do R$54; os anéis variam entre R$18 e R$25; brincos vão de R$15, o mais simples, até R$32, folheados. Tudo de ótima qualidade. Eu aposto nos acessórios Nancy Hariki - lindos, discretos. Já estou comprando o meu colar R.d.B.

Então é isso gente, vamos aproveitar que o Natal está chegando e pedir Nancy Hariki =)

sábado, 11 de dezembro de 2010

Livre

Eu nunca quis viver um conto-de-fadas. Conheço pessoas que adorariam ter seu príncipe encantado (eu devia colocá-lo com letras maiúsculas?) e conheço pessoas como eu, que não ligam para esse tipo de coisa. Conheço pessoas que têm o sonho de viver em um "castelo", com seu P.E., e viver um Felizes Para Sempre. É tão engraçado como eu não tenho essa vontade. Sei lá. Eu não quero alguém pra mim; não quero um castelo, nem uma mansão, nem montes de dinheiro. Não quero nada que me prenda à algum lugar. Não quero nem ter uma casa, embora isso possa ser uma boa ideia (PS: preciso aprender a escrever "ideia" assim, sem acento.). Não quero me prender. Prender. Sim, é essa a palavra.

Eu quero poder ser livre. Absolutamente livre, como um pássaro, ou como alguém descompromissado. Adoraria ser descompromissada e rica, obviamente, mas isso não parece muito fácil. Você pode ler de novo o que eu disse e notar que pareço um pouco controversa, falando sobre ter dinheiro mas não querer me prender à coisas materiais. Sim, é quase. Acontece que, se eu fosse rica, usaria esse dinheiro para viajar. Sim. Apenas um objetivo: viajar. Conheceria o mundo todo, da Oceania à América do Norte. Faria uma parada mais longa na França Paris <3 , é claro, mas apenas lá.

Para mim, o segredo da felicidade é não dever nada pra ninguém.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Olha quem voltou

Não durou muito, essa minha crise de identidade, não é mesmo? Não aguentei mais de duas semanas sem o meu queridinho BoadeAssunto. Eu sou mesmo uma tragédia. Mas quer saber, agora estou bem. Repensei vários fatores da minha vida, várias facetas das minhas personalidades e cheguei à inútil conclusão de que não há problema em mim ou no blog. O problema é com qualquer coisa. Mas felizmente isso não importa mais; o BDA está de volta.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Adeus

Infelizmente, estive me comportando de forma pouco coerente ultimamente, e vejo por míopes olhos minha situação. Eu criei um blog, este aqui, para expressar em mim o que mais havia de escuro e desesperado. Meu objetivo, muito ironicamente, nunca foi alcançado. Eu consegui os seguidores, eu perdi seguidores, eu fiz promoções, mas nada disso era o objeito inicial do maldito blog. Eu só queria escrever, e de repente me vejo no meio de um monte de gente muito melhor do que eu, fazendo coisas que eu não sei fazer. Sinto-me extremamente convencional e ultrajantemente inútil.
Por esses e outros motivos de variadas raízes, eu vou desativar o blog Boa de Assunto por tempo indeterminado, a partir das 15h00 de hoje, 30/11/2010.
Agradeço à todas as pessoas que tiveram a paciência e se deram ao trabalho de ver e ler cada palavra minha.
Muito obrigada, tenham todos um ótimo dia.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Que tal?

Graças à Maria Alice linda, do Souvenirs Boîte, que teve toda a paciência do mundo comigo e meus chiliques de incapacidade, o Boa de Assunto agora está de cara nova. Talvez alguns não gostem, e eu tenho certeza de que isso acontecerá, mas eu gostei, e como algumas pessoas podem ter notado em posts anteriores, é o que me importa: minha opinião. Absurdamente egocêntrica e mal-educada, mas é assim mesmo, ha ha.
Enfim, era só isso mesmo. Depois eu crio coragem e escrevo algo que preste aqui.

sábado, 27 de novembro de 2010

Greto, cadê?

Eu poderia criar um blog inteirinho só pra contar essa viagem louca, mas você (caso não seja uma das pessoas que foram na viagem) que está lendo jamais entenderia as tretas fudidas do Robson, ou a sacanagem, ou "Olé"! Nunca, nunca, porque você, caro e mero leitor, não estava lá. Não foi só a melhor viagem da minha vida - até agora -, sabe, é só que... foi marcante demais pra eu poder explicar. A última turma do tio Pimpão/Moacir/C.A., a primeira galeragem da tia Fran. Atividade Paranormal, altas risadas, FLORENTINA!!! Quem é que vai entender qualquer uma dessas coisas um dia? Quem?
Me dá uma vontade terrível de chorar quando eu penso que essa viagem não só fez milagres (ex.: Eduardo Slompo falando, altos rolinhos e etc.), mas fez com que eu conhecesse um lado dos caras que estudam comigo há anos que eu não conhecia. E fiquei absurdada. Abobada. Como assim eu estudo com esses caras?!
Não quero nem ver como serão as coisas daqui pra frente, mas eu tenho uma certeza lindas e absoluta: existem 7 metamorfoses do macaco alemão.
Tá bem, vocês não estão entendendo nada, não é mesmo?

Mas continuando: como assim acabou? Tudo bem, eu admito que quis indiscutivelmente voltar para minha casa e ver a minha família, mas poxa, precisava ser tão rápido? Uma semana. Sete dias. Milhares de horas, milhares de risadas. Pouco tempo pra tanta bobagem.
Sabe por quê? Porque vai ter sacanagem.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Verdade nua e crua

Quando vejo um vestido bonito, ou uma pequena menininha de cabelos cacheados e loiros, me lembro de quando costumava acreditar em contos de fadas onde todos eram felizes, e as menininhas não tinham nada a temer, e os vestidos bonitos não custavam os olhos da cara. Quando vejo isso, eu me lembro de quando eu queria ser uma princesa porque isso era o sonho de toda criança, não porque princesas vão a boates, ou usam jóias, ou porque uma é melhor que a outra, mas porque elas cantavam com passarinhos e eram sempre felizes no final. Lembro de sonhar em ter cabelos loiros e cacheados como os de menininhas pequenas, mas então eu abro os olhos e vejo que hoje em dia, nem as menininhas de cabelos loiros e cacheados escapam à maldade do mundo. Nem elas, nem as princesas, nem ninguém.

Quando eu sonhava em ser alguém na vida, me imaginava como uma mulher alta, bonita e com força de vontade, que sempre saberia o que fazer, mesmo em tempos difíceis. Sonhava em ser o tipo de garota - ou mulher - de quem todos gostam e que nunca têm do que reclamar. Mas deixe-me lhe contar um pequeno segredo: nem as mulheres altas e respeitadas e queridas, nem as princesas e nem as garotinhas estão à salvo no mundo.
As mulheres altas e respeitadas e queridas não passam de mentiras; elas são sustentadas pelos maridos e mesmo aquelas que participam do Green Peace adorariam ter um casaco de pele. As princesas aproveitam a fama e a fortuna não para governarem seu reino, mas para fazerem mais fama, indo a boates e bebendo até cair. E as garotinhas, ah, as garotinhas... elas não estão seguras em lugar algum, muito menos em casa, com os pais e padrastos que gostam de fazer com que elas façam coisas feias. E não venha me dizer que eu estou exagerando, porque você sabe que eu não estou. É verdade, e você sabe disso.
Não deveria generalizar, mas isso acontece tanto que é assustador. As mulheres, as princesas e as menininhas, todas indefesas nesse mundo malvado, todas querendo poder mudar os rumos que tomaram suas vidas, todas querendo um lugar para o qual correr.
E essa, meus amigos, é a verdade nua e crua.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Não consigo

Ser assim, meio calma demais, sempre fazendo vista grossa, deixando minha opinião de lado para ser parte do grupo... ser assim me irrita. É, é verdade que ninguém me obriga a ser assim, e que é tudo minha culpa, e que nunca ninguém vai poder me obrigar a fazer algo que eu não queira... mas será que é assim? Eu não me imagino de outro modo, mesmo não gostando de como estou agora. É tão difícil assim ser você mesma, hoje em dia?! Minha opinião deve ser meio única, porque eu nunca ouvi mais ninguém reclamar disso, mas eu reclamo, eu digo, eu grito. Alguns me olham com raiva, outros com compaixão, outros apontam e dizem: "Olha, é a louca", mas nada disso me importa. O que me importa mesmo é minha própria opinião, mesmo ela não valendo nada. Ou será que vale? Eu não acho que valha, mas enfim...
E quanto a parte do grupo, um segredinho: eu sempre me preocupei com todos, menos comigo. Sempre quis ter a opinião de todos, menos a minha própria. Sempre quis estar entre as mais bonitas, mesmo sem poder. Sempre quis ser chamada para as festas e saídas, mesmo sem fazer parte desse mundo. O que é que tem de errado comigo? Por que não existe uma turma na qual eu me encaixe? Por que eu não consigo ser, sei lá, feliz do modo como estou, com as pessoas que convivo, com o mundo no qual vivo?
E depois dessas reflexões sempre me dá uma tremenda vontade de desistir de tudo.

Acabou...

Muito bem, a Enquete acabou. Valeu a galera que votou, e quem não votou, deixa pra próxima. Então, gente, vocês optaram por um Livro, preferencialmente, um Lançamento. Agora lá vou eu correr atrás da Bruna e da M. Alice, pra gente ver os livros que estão em alta. Faremos pesquisas e descobriremos os livros mais famosos do momento. E então, será feita outra Enquete pra descobrir o que vocês gostam mais.
Muito bem, au revoir.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Não preciso que me digam

Não preciso que me digam o que eu já posso ver.
O tempo vai passar e você vai perceber
que gastou sem tempo comigo, só comigo,
sem ter nada pra receber.
Eu não tenho nada pra dar a você, querido,
realmente sinto muito, sinto tanto,
mas você não entendo na primeira vez que te disse
que era uma completa maluquice
você se apaixonar por mim.
Eu te avisei, disse para você, fiz o que pude.
Você que, nessa onda de juventude, não me entendeu.
Não preciso que me digam o que eu já posso ver.
Eu machuquei você, mas não foi minha culpa.
Eu não deixei nenhuma parte de mim oculta.
Você me conhecia por inteira, cada face de mim,
e (e eu não entendo) mesmo assim
você insistiu em me perseguir, em me ter.
Não faço questão, mas queria saber o por quê.
Não preciso que me digam o que eu já posso ver.
Você só procurava uma garota pra ter seu final feliz.
Eu não era ela, nem nunca fui ou serei. Disso eu sei.
Continue procurando, que sabe você a encontre, tadinha,
deve estar atrás de você, por aí,
uma garota num vestido longo, cabelos soltos,
esperando pelo príncipe encantado,
que vem de carro
para buscá-la.
Faça o que fizer, procure por ela e me esqueça;
eu não sou sua princesa.
E isso eu não preciso que me digam, porque isso eu posso ver.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Conversa dos meus sonhos

A conversa dos meus sonhos é ligeiramente insana. Estou em pé, no meio de um campo, ao seu lado. Você segura com força a minha mão e sorri. Eu estou pronta para correr com você pelo campo, com o vento, quando você se vira para mim e diz: eu não te amo. O sorriso ainda está em seu rosto, sua mão ainda segura a minha com firmeza. Eu então sorrio para você e digo: Que bom, porque eu também não te amo. Assim continuamos, felizes e contentes, e corremos pelo campo, com o vento. A melhor coisa do mundo será quando você parar de mentir pra mim, dizendo palavras que não são fiéis aos seus sentimentos; a melhor conversa do mundo será aquela na qual você dirá, finalmente, a verdade. Eu não quero o seu amor, eu quero o seu respeito. Respeite-me o suficiente para ser sincero comigo, e então sim estarei feliz.
A segunda conversa insana que eu sonho ter é ainda pior. Estarei deitada numa cama de pilares altos, coberta com lençóis de seda, e você estará ao meu lado, segurando delicadamente a minha mão. Eu direi: Diga-me, querido, eu ainda tenho seu coração? Você pensará, deixará a mulher deitada na cama nervosa, e então sussurrará: Você sempre o terá. Com isso, saberei que foi um erro deixar que você se apaixonasse e soubesse dos meus sentimentos, pois assim, tirei de você a vida. Quando o meu coração parar de bater, saberei que você seria capaz de dar-me o seu apenas para não me ver ir. Não dependa de mim, assim como eu não dependo de você. Quando eu for, quero que você continue, não desista por mim. Eu não valho a pena. Você tão pouco.
E no fim, palavras bonitas são apenas isso: aparência, uma coisa boa de se ouvir. Nada mais. Até que sejam verdadeiras, não valhem nada.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

São verdes

São verdes, profundos e carismáticos, os seus olhos; a camisa é estranha, muito grande para o seu corpo diminuto. Elegantemente, seu cabelo - longo demais para todos os seus anos - já grita seus fios brancos, mas não parece ter mais de vinte anos. A calça é moderna, com esse corte seco, e o tênis de couro é estiloso, jovem. O sorriso, com os dentes de baixo desalinhados, ganha a plateia que o ouve, extasiada com sua voz grave e doce. Ele fala com firmeza e divertimento, absolutamente preocupado com o ensinamento que está passando, mesmo sem notar. Preocupa-se em não chatear o público, mas isso não parece possível; estão todos absortos, hipnotizados por sua voz e olhos, ambos cativantes. O que ele passa - a vontade de ensinar, a vontade de ter atenção, a vontade de sentir o público - é contagiante, e é automático mirar seus olhos, atentos a todos os detalhes.
(Texto original, sobre o escritor Bruno Zeni, em palestra do dia 11/11/10).

segunda-feira, 8 de novembro de 2010



Quando eu fico sozinha no meu quarto, com um livro entre minhas mãos e palavras que descrevem outros sentimentos muito melhor do que eu nunca sonhei fazer, eu me sinto completa. Não existe outra paixão como ler. Não existe coisa melhor, não existe em lugar nenhum do mundo outro prazer tão grande. Cada capa colorida é uma mina de diamantes; diamantes cujo valor é inestimável, infinitamente mais valioso que qualquer pedra preciosa. O que os escritores fazem, mais ninguém pode fazer. Sempre que eu vejo um livro novo, contando uma nova história, outra vida, outros problemas, outras dificuldades, eu fico surpresa; surpresa ao ver que muitos desses problemas e contos, eu mesma já vivi, ou sei que vou viver, sei que pode acontecer comigo. Então, a partir desse pensamento, eu agradeço eterna e profundamente a todos os escritores que me ajudam a dormir à noite, e a conseguir imaginar que um dia, posso ser eu a personagem principal de um romance de 600 páginas. Agradeço por terem me proporcionado todo esse desejo por escrever; obrigada.
Graças à vocês, eu amo ler.
De todas as vezes em que eu disse que te amo, nenhuma era mentira. Nem por um segundo pense que eu menti, ou fui falsa em relação ao que eu sentia. Nunca. Sempre amei você, e ainda te amo. Sim, te amo. Digo com todas as letras, porque é o que eu sinto. Acontece que as pessoas me olham e dizem que é mentira minha, e mesmo que eu não ligue, porque eu sim sei o que eu sinto, me sinto mal por não ter conseguido o que eu tanto queria: você. E não ter conseguido você me deixa meio cabisbaixa e sentindo-me vergonhosamente desaforada. Como assim eu não fui capaz de fazer você olhar pra mim? É, isso acaba comigo. Mas sabe, eu refleti muito sobre isso, e cheguei a conclusão de que eu sempre vou guardar comigo esse sentimento que eu abafei - mesmo que não tenha abafado por completo.
Tudo bem, tudo que eu quero dizer é que eu ainda te quero. Você não, mas eu te quero. Só que cansei de esperar.

sábado, 6 de novembro de 2010

Certo, ontem eu tive um surto de depressão, como vocês podem ver no post anterior, do tipo "nossa, eu não consigo fazer o que todos fazem" etc. E então, hoje, quando entrei aqui, vi um comentário no fatídico post. Lá fui eu ver, e era da Bruna, a dona do So Just Smile que por acaso foi citado no dito cujo. Pois bem, ela me disse uma coisa que provavelmente eu já havia notado, mas não havia aplicado ao meu próprio caso: faça com o seu blog o que você quiser. Escreva sobre o que lhe agrada, e não sobre o que o resto do mundo está escrevendo. Demorou, mas eu compreendi a profundidade e a importância disso que acabei de dizer.Então, vou continuar fazendo o que já estou fazendo, dê-me isso followers... ou não.
E é isso.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Eu sempre acabo assim. É. Vejo as pessoas ao me redor evoluirem, seguindo a onda que estiver passando. Vejo que eu sou quase incapaz de seguir o que estiver passando. Não consigo, não consigo. Eu tenho que seguir meu próprio ritmo, ou não dá certo... mas eu me sinto tão mal, por não estar no mesmo nível das pessoas que me cercam, entende? Por que eu não consigo escrever sobre resenhas de livros como no So Just Smile, ou no Souvenirs Boîte, se eu leio e conheço tanto de livros quanto ambas as donas dos blogs? Por quê? Será que é porque eu não confio na minha habilidade como escritora, ou porque já existem tantas pessoas escrevendo sobre isso - livros -, e eu sei que não vou me sobresair? Não sei, mas é o que eu estou sentindo no momento, e acho que é exatamente isso que eu faço, aqui no BDA: falo sobre o que estou sentindo, principalmente. É óbvio que eu também escrevo sobre assuntos impessoais, mas na sua maioria, eu falo sobre mim mesma. Egocentrismo? Talvez. Mas não me importa. Aliás, nada disso realmente me importa. O que me preocupa é que as pessoas que lêem este blog pensem que sou egoísta ou mimada ou que só penso em mim e meus malditos sentimentos, o que é mentira.
Mas enfim, estou começando a viajar aqui.
Adeus.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Link do post

Gente, aqui vai o link do post da Enquete, onde vocês poderão deixar comentários sobre o que preferem ganhar, sabe? Então. Votem e comentem. Agora eu liberei os comentários, então qualquer um pode comentar. Por favor gente, vamos lá, falta menos de duas semanas!
Beijo.

Pequenas verdades sobre mim

Não sou hipócrita: a falta de concordância entre minhas palavras e atos apenas provam que pessoas mudam com o tempo.
Não sou bipolar: mudanças de humor ocorrem a todos, não apenas a mim. É apenas o meu temperamento.
Não sou mentirosa: as poucas palavras cujas raízes desprovidas de base que proferi foram e serão, pela eternidade, a razão das coisas boas que aconteceram.
Não sou pretensiosa: tenho olhos abertos e perfeito conhecimento do que faço, por isso reconheço meu próprio talento.
Não sou perfeita: para isso eu teria de ter lábios menos cheios, corpo mais fino, voz mais aguda, cabelo hidratado, olhos cintilantes e personalidade simples. Não tenho nada disso.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

E a enquete?

Ô, gente, vocês não tão colaborando.
Até imagino que não existam assim taaantas pessoas que visitem o blog, mas poxa, vocês podiam colaborar, sabe? Estamos com pouquíssimos votos na Enquete, e ela é, assim, muito importante pra decidir o que vai ser o prêmio sorteado na próxima promoção, alô! Vocês não querem promoção? É fácil não fazer promoção, é só tirar a Enquete e deletar qualquer coisa. Mas eu sei que vocês querem promoções tanto quanto nós queremos fazê-las, mas pra elas acontecerem vocês tem que colaborar. Então que tal vocês votarem? É só clicar num botão, meu Deus!
Vão lá, votem, por favor.
Um beijo.

sábado, 30 de outubro de 2010

Esqueça

Como assim você tem coragem de vir até mim e me dizer uma coisa dessas? Se não houve final feliz, pode ter certeza de que a culpa não foi minha. Tudo que eu fiz foi o que você devia ter feito; acabei com a dor. Aquilo não estava dando certo, eu não estava feliz, e você tão pouco. Ou será que você estava feliz com aquela pequena brincadeira de esconde-esconde, onde eu escondia meu verdadeiro eu pra te agradar, engolia seus erros e ignorava sua ignorância? Sempre pude ter melhores do que você, e te escolhi; você entende a sua sorte? Você não tem beleza fora do normal, nem para os padrões dessa cidade pequena. Não é extremamente inteligente, e tão pouco charmoso. Tem fama é de mentiroso. Então o que diabos eu vi em você? Sua voz grave, seu estilo camisa xadrez, sua coragem? Não sei, mas foi o bastante para me fazer ignorar tudo que estava errado, e pensar seriamente em como você parecia perfeito. Tudo conspirava ao seu favor naquela noite, e eu fiquei mais do que feliz quando você me disse o quanto me amava, e há quanto tempo. Nunca imaginei que alguém pudesse gostar de mim como você dizia gostar. E então veio a rotina, o desespero pela mudança, e eu não aguentei mais. explodi, oras, e isso é normal. Tudo que fiz foi te dizer o que eu queria que acontecesse. E a ligação caiu.
Meses depois, você vem e me diz que ainda gosta de mim? O que é, você acha que eu nasci ontem? Por acaso eu tenho cara de otária? Vai arranjar uma namorada, vai tocar suas músicas, vai trabalhar, estudar, vai viver a sua vida e me esquece, por favor; de você eu já esqueci, e a minha eu estou vivendo (e muito bem), obrigada.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Individual

Não estou numa boa época da minha vida. Acredito que existam épocas boas e épocas ruins, umas em que estamos num momento perfeito, com pessoas perfeitas e onde tudo é perfeito. Eu já vivi a minha época perfeita.
Agora, estou numa sucessão de acontecimentos pouco construtivos onde minhas preocupações vão muito além do nível dos meus nervos. Eu já não aguento mais. Há muito tempo que não me sentia assim, prestes a explodir. Explodir. Sou uma bomba-relógio ambulante e pode ter certeza de que vou explodir. Uma hora ou outra, todos explodimos; ninguém pode se segurar para sempre dentro de si mesmo, deixando as mágoas, os gritos, o nervosismo ali, trancado. Isso faz mal. Tenho medo de entrar em colapso, sabe? Já entrei uma vez. Semi-depressão. Não falava com ninguém, não tinha amigos, meus professores conversavam muito com a minha mãe sobre o meu comportamento individualista. Ainda sou individual. Individual ao extremo.
Há pouquíssimo tempo acreditei estar numa felicidade suprema, onde nada nem ninguém jamais afetaria meu humor inabalável. Eu estava enganada. Não era felicidade, mas um desespero compulsivo, impulsionado pela minha falta de habilidade para desabafar. E desabafar para quem? Não há uma única pessoa no mundo para quem eu consiga simplesmente abrir meu coração e cabeça, colocar para fora mágoas e angústias. Não consigo. Sou muito individual para depender de uma simples conversa, eu acho. Acho que não tenho dissernimento suficiente para entender e aceitar que ninguém se mantém sozinho, e que preciso conversar com as pessoas não apenas sobre os problemas delas, mas sobre os meus próprios. Não consigo, não consigo. Eu sou uma alma presa dentro de mim mesma, onde tudo que eu mais temo anda junto à mim, e onde meus maiores sonhos parecem tão distantes quanto na realidade.
E eu sou individual demais para dizer isso para mais alguém, e aceitar que estou precisando de ajuda.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010


Sabe quando foi que percebi quão forte era o que eu sentia por você? Foi no dia em que te vi rindo com outra garota, olhando-a com olhos sonhadores, sorrindo para ela como eu sempre sonhei que sorriria para mim; nesse instante senti que o mundo poderia acabar, e eu não me importaria. Afinal, eu nunca te teria. As lágrimas podiam jorrar, e você nem notaria. Só tens olhos para ela.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Carpe diem

Você tem que saber como aproveitar. Cada um de nós possui um conceito diferente do que é diversão. Para uns, diversão é simplesmente estar com os amigos, é basicamente sair sempre que pode, é realmente estar com quem gosta o tempo todo. Isso é correto? Quem sou eu pra julgar.
Outros adoram cair na manguaça, encher o caneco, beber e beber. Gostam de sair com os amigos e tomar um gole, gostam de estar na rua e aceitar um pileque, gostam de ir a festas e realmente beber. Gostam de jogar jogos de bebidas, de colocar fogo na boca com bebidas; aproveitam de uma forma diferente da primeira citação. Isso é correto? Quem sou eu pra julgar.
Tem ainda aqueles que não estão nem aí, fazem o que der na telha. Bebem quando querem, ficam com quem querem, saem quando querem, veem o que querem. Isso é errado? Não.
Fazer o que você quer, e disso tenho certeza absoluta, é a melhor coisa a se fazer. Não fazer coisas porque os amigos dizem, isso é correto. Não beber porque todos bebem, isso é correto. Sair quando estiver afim, isso é correto.
A liberdade serve para isso: para cada um fazer o que quiser.
Então aproveitar acaba sendo ato único e diferente para cada um de nós. Para mim, beber é bom. Para outros, beber não é nada bom. E a vida é assim, opiniões diferentes numa discussão sem fim. Cada um que aproveite do seu jeito. Mas por favor, aproveite; não espere sua vida passar, aproveite.
Aproveite o dia. Carpe diem.

Eu te amo

Eu poderia procurar por toda minha vida em cada canto do planeta, e jamais encontraria alguém como você. Seu jeito irreverente me revolta as entranhas num súbito desejo, toda vez que te vejo. Seu sorriso, imperfeito, em meus olhos sonhadores brilha mais que qualquer diamante. Seu abraço, o toque de sua pele na minha, arrepia minha espinha, me deixa sem chão. Cada uma das palavras que eu ouço você proferir, cada uma e todas elas, gravam-se na minha lembrança. O amor que sinto por você não pode ser descrito ou comparado, embora eu não demonstre dessa forma. Só eu e você sabemos o que eu sinto, pois só a você me confidenciei realmente. Só a você disse o que não ouso repetir, com medo de estragar a magia do momento único. Ah, se você soubesse o quanto me amedronto ao pensar que pode ter esquecido o que eu te disse, o que te confidenciei... tenho medo. Não é medo de você, mas dos seus sentimentos, da falta de correnpondência entre os meus e os teus. Isso sim me amedronta. Nem mariposas me botam medo como a sua rejeição. Mas ela já foi confirmada.
É por isso que me recuso a parar de viver e esperar que você mude de ideia, sabe? Vou continuar a ficar com outros meninos, porque eu não quero deixar de fazer coisas que eu faria normalmente se você não estivesse em minha vida. Digam o que quiserem, más línguas. Eu te amo, não importa o que digam, e o quanto me julguem. Eu te amo, assim, simplesmente. Eu te amo. E por favor, tente não se esquecer.
Tente sempre se lembrar. Eu te amo.a

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Aproveitar é para uns
o que é vergonha para outros.
Mas os que encontram o equilíbrio
são poucos.

Uns bebem e fumam
fazem bagunça, causam distúrbio,
ficam com todo mundo.

Outros se guardam
querem manter seu valor
para quando vier o grande amor.

Eu sou o extremo;
bebo e digo mesmo.
Mas eu respeito imensamente
aquelas poucas meninas
que ainda se guardam,
não fazem baderna.
Admiro vocês,
mas não sei fazer o mesmo.

domingo, 24 de outubro de 2010

E aí?

E essa felicidade? E esse bem-estar que eu sinto só de saber que você existe? E esse formigamento dentro de mim, essas borboletas no meu estômago? E esse arrepio que me percorre a espinha quando sinto seu cheiro? E essa constante loucura que me ameaça quando eu penso em nós dois juntos? E esse sorriso que me escapa dos lábios quando vejo você lá longe? E essa vergonha inadequada que me invade quando você me olha nos olhos? E todos as horas que gastei sonhando com você? E todos os segundos em que fechei os olhos e simplesmente vi seu rosto? E todos os minutos em que fiquei a um milímetro da porta da minha casa, pronta para correr até a sua? E cada dia da minha vida em que deixei de amar outros por amar você? E todas as palavras que eu disse? E todas aquelas conversas de bêbado? E aqueles abraços? E aquele sorriso? E aquelas risadas? E todo esse seu charme? E essa trêmula sensação de que nós dois queremos algo em comum? E o meu desapontamento ao saber que isso não passa de idéias idiotas na minha cabeça? E a frase que você desenha em seu rosto toda vez que me vê (Não estou disponível para você)? E minhas mãos trêmulas? E meu rosto corado? E todos os meus sonhos disperdiçados com você? E todas as minhas fantasias nas quais era você o príncipe encantado? E a quantidade absurda de fumaça de cigarro que suportei por sua causa? E todas aquelas doses de vodka que mandei goela abaixo só pra dizer pra você o quanto eu te amava?

E essa rachadura no meu coração? É você quem vai consertá-la?

Black Pearl

Vocês não sabem o que eu encontrei! Eu achei, Deus do Céu, o meu primeiríssimo blog, o Black Pearl! A maioria de vocês nunca sequer ouviu falar dele, mas nossa, nossa, nossa, isso é muito velho. Eu o criei no começo desse ano, sabe, mas parece que foram anos atrás, e acho que nunca recebeu visita alguma que não a minha.
Gente, como eu amava aquele blog! Acontece que perdi a senha, e acho que foi por isso que o abandonei. Mas nossa, eu estava lendo os poucos posts que estão lá (acho que três, no máximo!) e percebi que eu era uma pessoa bem centrada, bem cabeça, há uns meses. Eu pensava de uma maneira totalmente diferente; eu gostava de Restart! Isso exemplifica bem como as pessoas mudam completamente em pouco tempo.
Mas então, se estiver a fim, dê uma olhadinha no meu Black Pearl, só pra rir um pouco, ok?
Um beijo.

sábado, 23 de outubro de 2010

Nunca pensei que se tornaria tão importante nessa minha vida sem graça.
Nunca imaginei que sentiria tanto a sua falta.
Nunca sequer cogitei a possibilidade de sentir saudade.
E estava certa, porque não é saudade: é necessidade.
Necessidade de te contar todos os contos e desencontros que vieram a ocorrer comigo,
necessidade de chorar nesse seu ombro amigo,
necessidade de abrir pra você o jogo perdido que estou vivendo,
necessidade de te contar tudo que aconteceu e tudo que está acontecendo.
Eu tenho certeza de que em todas as seis bilhões de pessoas no mundo inteiro
você é a única que vai me escutar, entender, compreender cada um dos meus anseios.
A melhor amiga que qualquer um pode ou poderia ter,
essa é você.

Para pensar 2

Eu me sinto tão pequena, às vezes... Sinto-me menos que todos ao meu redor, me sinto fraca, me sinto insignificante, como se nada do que eu digo faça sentido ou tenha valor. Sinto que são todos melhores do que eu, e que de todas as pessoas ao meu redor, sou a pior de todas. Sinto que não sou nada.
Me sinto feia, gorda, desproporcional, encontro em mim todos os defeitos que são possíveis de se encontrar. Até penso que tenho coisas que sei que não tenho. Mas não me importa o que eu sei, mas o que eu sinto. E eu me sinto mal.
Tenho comigo uma eterna sensação de que nada é bom o suficiente em mim, e que nada do que eu fizer vai estar bom. Sinto que sou eu quem tem que agradar a todos, e que jamais mereço qualquer atenção que recebo. Meus dons, ainda que poucos, eu acho que são absolutamente inúteis, ou imensamente desmerecidos. Sinto vergonha de ser como sou.
Mas sabe, eu só me sinto dessa forma pequena, insignificante e inútil metade do tempo. A outra metade eu uso pra me convencer de que nada disso é verdade.

Desculpe

Quando aprendermos
o que é importante
o mundo talvez
venha a mudar.
Mas por enquanto
somos tão fúteis;
um bando de patricinhas
e playboyzinhos inúteis.
Que é que fazemos
ou já fizemos
pra mudar alguma coisa?
Eu sei que não fiz
absolutamente nada.
Mas quer saber,
foda-se.
Uma ação minha,
e disso eu tenho certeza,
não vai salvar sozinha
toda essa natureza.
Então desculpe, Terra,
mas não dá.
Eu até tentaria
mas não vai dar resultados.
Não dá pra te salvar.

Meu medo

Nunca foi fácil - e nunca será. Para mim, sempre foi a coisa mais difícil a se fazer, mas tinha que ser feita. Existem coisas das quais não podemos fugir; temos que erguer a cabeça, olhar firme e bater de frente.
Estou falando de entrar na minha sala de aula.
Ah, achou que era uma coisa muito louca, né não?! Mas é que é o seguinte: pra chegar na minha sala, eu tenho que subir todas as escadas do mundo, e então entrar num corredor. Minha sala é a última sala do último andar da escola, vê se pode um negócio desses. Mas enfim, o negócio é que esse corredor parece ser o lugar preferido de todas as malditas mariposas que existem na escola toda. E eu, como boa medrosa que sou, tenho medo de mariposas. E é engraçado isso, sabe, porque eu não tenho medo de nenhum outro bicho, só de mariposas. Mariposas, mariposas... eca. Depois de quase dez anos de fobia, eu me especializei e posso te dizer claramente todas as diferenças entre mariposas e borboletas; mas não vou dizer aqui, porque isso que eu acabei de dizer é só força de expressão.
O negócio é que o meu medo não é de borboletas, entenda bem: é de mariposas. Coisas marrons, fedidas, feiosas, horrorosas. Blééééh. Odeio, odeio, odeio. E tenho um puta dum medo dessas aberrações da natureza. E eu nem entendo por que elas existem, poxa. Afinal elas não comem nenhum tipo de inseto-praga, não são bonitas, não ajudam o meio ambiente, não são nada, não servem pra nada.

Peraí, eu sei sim pra que elas existem: são alimento para passarinhos. E eu adoro quando vem um passarinho decapita, estripa e come uma mariposa demoníaca bem na minha frente. Me sinto tão feliz, ai ai.
Mas enfim, esse é o post de agora. Como hoje estou inspirada, provavelmente vou postar mais, ok?
Beijo, e matem as mariposas.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Mãe

Como consigo ser assim tão absurdamente imbecil? Eu não quero brigar com você nunca mais, porque não sou eu quem tem razão. Eu sou a idiota, e não você. Perdoe-me por ser assim impulsiva e inflexível, tão debilmente lúcida de meu dever de simplesmente calar a boca. Perdoe-me por ser tão cretina a ponto de achar que por um só segundo era eu a correta em toda essa história. Por favor, me desculpe. Eu sou a pior filha do mundo, eu sou cheia de defeitos, eu sou ridícula, eu sou apenas eu, e você sabe disso. Sou assim, inferior. Sempre fui, sempre serei. Inferior a você. Porque quando é que um aprendiz ficou maior que o mestre? Você é minha luz, minha guia, minha corda, minha búsula, você é o que me guia pelo caminho certo, por mais que eu puxe a mim mesma pelo caminho errado. Você é minha mãe, a melhor de todas. Você me entende, ajuda, perdoa. Você aceita essa criatura indócil e cretina que tem como filha com o seu coração (tão grande) aberto. Perdoe-me, perdoe-me! Juro que não é por mal, nem por prazer. Sinto-me tão pútrida por dentro quando brigo com você, tirando a razão. Se tivesse como, eu me puniria. Na verdade, já faço isso. Fico aqui, me auto-flagelando da pior forma: com meus próprios pensamentos, analisando meus próprios erros. Erros, erros, erros. É tudo que sei cometer? Erros? E meus acertos, onde estão? Não existem. Com você, eu nunca acerto. Nunca sou boa o suficiente, nunca fui e nunca serei. É aí que está a beleza do relacionamento mãe-e-filha. Eu nunca serei boa o suficiente pra você, o que me leva a tentar. Sempre tentando. Não parece, mas eu dou o máximo de mim, juro por Deus. O máximo que tenho, tudo que posso.
Me perdoe mãe, você que é uma mãe tão imperfeita, perfeita para mim: me perdoe por não ser tão boa quando deveria.
Desculpe-me, mas por favor, não me abandone.
Você é tudo que eu tenho.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Não se pode negar

Não se pode negar
aquilo que está
estampado em seu rosto.

Não se pode negar
que você desenha
se eu vejo o esboço.

Não se pode negar
que eu te amo
se esse sentimento
é tão profundo
que chega a cada osso.

Não se pode negar
que eu te odeio
se me retraio
quando te ouço.

Não se pode negar
esssa atração
que se expressa
a cada encontro.

Não se pode negar
que eu te perdi
porque dormi no ponto.

Treino

Treino de vôlei é, sem dúvida, a coisa mais foda criada pelo homem. Meu, nunca fui tão viciada em algo como sou no treino. As meninas ficam animadas, a gente faz um pouco de exercício nessas nossas vidas sedentárias, queimamos calorias e rimos, rimos demais! Vez ou outra aparece um pessoal novo, e a gente tem que melhorar sempre pra poder continuar no páreo.
Isso não é de agora. Na verdade, toda essa farra começou há dois anos, lá em agosto de 2008, e eu não sei direito como surgiu. Se foi a Stallmach, se foi minha mãe, se foram as meninas solamente. Isso não importa, também. O que importa é que mesmo depois de um ano paradas, nós não perdemos totalmente o jeito; ainda lembramos de como é. É quase como andar de bicicleta, com a diferença de que andar de bicicleta é infinitamente mais fácil. Mas nós evoluímos.
Meu, se for comparar como nós éramos há dois anos e como somos agora, assim, não tem comparação! Agora somos quase perigosas, sério.
Existem alguns títulos, mesmo que desconhecidos, como menina Hadouken (não, eu não sei como escreve), que é a Poliana. A nossa novíssima chefona, Letícia, e otras más.
O mais legal é perder o medo de levar bolada; aprender a pegar com manchetes os meteoros que vem do outro lado do campo. É divertido, é doloroso, é foda.
Eu s2 vôlei.

domingo, 17 de outubro de 2010

Horário de verão

Fala sério comigo: pra que horário de verão?! Isso só ahaza com a minha vida. Com a minha e com a de todo o resto do mundo, pelo amor de Deus! Quer um exemplo? São 22h27min agora, só que na real, era pra ser nove e meia da noite, não dez. Argh, eu detesto isso. Uma hora a menos de sono, eu acordo de noite, meu humor (que já não é bom) fica terrível, bléh. Detesto, detesto. E quero ver alguém dizer que gosta, porque é impossível gostar de horário de verão. O dia demora a nascer, a noite demora a chegar, que é que há de bom nisso?! Eu adoro acordar com o dia nascido, sabe? Assim, com o sol batendo na janela, sem me sentir uma vampira que não pode ver o sol, aaaah, que desespero.
Mas enfim, já comecei a viajar.
A moral da história é eu detesto horário de verão. Espero que alguém compartilhe comigo este sentimento de ódio.
Tchau.

1.000

Eu tive, finalmente, 1.000 visitas contabilizadas! Gente, isso pra mim é, sem brincadeira, muuuuito importante.
Outros blogs de pessoas que eu conheço, sou amiga e tenho parceria já têm mais de 1.000 visitas, por que será que pra mim é tão importante?
Acho que é porque me dá um puta orgulho saber que as pessoas se dão ao trabalho de vir até o meu blog e ler qualquer coisa que eu escrevo, gente, pra mim isso é mais que importante, é tudo.
Muito obrigada a todos que já passaram por aqui pelo menos uma vez. Sério. Obrigada.
:]

sábado, 16 de outubro de 2010

Escuridão

Havia tanta luz que mal cabia naquele lugar a minha própria escuridão. Fui reduzida a uma partícula infinitamente inútil, importante apenas para lembrar a mim mesma que aquela luz toda era diferente de mim. Eu era diferente. Sempre fui, sempre serei. Nunca houve escuridão como a minha, pois todos queriam ser luz. Então eu te encontrei, e fiz de você meu parceiro na escuridão. Acontece que você me trocou pela luz. Todos fizeram isso, e eu não sentia-me mais única; sentia-me excluída, pobre, deficiente. Em mim a deficiência, a falta de luz se fazia grande, se fazia forte.

Hoje ainda não sou luz, sou sua ausência. Não mais espero tornar-me parte de algo tão grande, tão comum, tão acolhido. Hoje, apenas espero ser notada por não possuir a grandeza da luminosidade em mim. Eu sou escuridão, assim sempre fui, assim sempre serei. Não quero mudar, não quero ser comum, não quero ser luz. A luz me cega, a escuridão me acolhe.
Eu sou escuridão.

Confirmada

Agora está confirmada minha parceria com Mary Pepper/Maria Alice, do Souvenirs Boîte, e novamente uma parceria com Bruna Campos, do So Just Smile.
Votem na enquete.
Quando ela acabar, passaremos novas informações.
Au revoir.

Sabe o que você é?

Você é hipócrita, por falar de amor e não ter isso em seu pequeno e podre coração. Você é ridícula, tanto em suas ações quanto em seu caráter. Você é totalmente repugnante, e eu te odeio.
Eu não devia, mas vou entrar no mérito e dizer a você tudo que o ele, o meu amigo não deixou, porque você era a namorada dele. Bem, vocês não namoram mais, então, do início: Sabe o que você é?
Você é uma vaca por ter feito meu amigo sofrer. É uma vadia pela forma como anda, como se veste. É uma idiota por achar que todos te adoram. É uma grandissíssima filha-da-puta por achar que o mundo gira ao seu redor, e acima de tudo, é uma menina muito, muito má, por não fazer aquilo que mandamos: tomar no cu. Ou sei lá, talvez você não seja tão má, e faça exatamente isso.

E só pra terminar, eu posso não ser bonita, mas você tem cara de peixe.
Tchau.

Estrela cadente

"Podemos fingir que os aviões na escuridão da noite
são como estrelas cadentes
Seria muito bom um pedido agora, um pedido
agora, um pedido agora"

Todos temos pedidos a fazer. Seja a Ele, a uma estrela cadente, não importa. Só precisamos de algo para acreditar, uma base pra poder apoiar nossas idéias infâmes de que alguém fará algo para realizar o pedido que fizermos. Bobagem, sabemos, mas é assim que funciona. Somos humanos. Não aguentamos tudo sozinhos, precisamos de ajuda, precisamos que alguém nos ajude. Que alguém nos ouça, que cuide de nós. Precisamos confiar que uma força além de nosso entendimento é tudo que permite que o mundo continue girando sem sair do lugar. Não gostamos de simples respostas científicas, não. Queremos crer que há algo mais.
Sempre há.
E precisamos disso, seja lá o que for.

Enquete

Oi gente.
Vocês devem ter visto que eu coloquei uma enquete ali sobre o que vocês prefeririam ganhar se eu fizesse um sorteio.
Acontece que eu estou pensando seriamente em fazer uma parceria com outros blogs (como Souvenirs Boîte e So Just Smile, novamente) para fazer um sorteio.
Para saber o que vamos sortear, vocês podem votar ali, na enquete (dã).
Assim vai facilitar pra gente:
1) saber o que vocês querem e
2) avaliar se é viável.

Entenderam? É fácil.
Então votem na enquete :]

Novo design, que tal?

Enjoei do antigo design e resolvi mudar. Eu adoro essa cor que eu não sei se é verde ou azul, então... mas enfim, eu gostei. Espero que vocês também tenham gostado.
Faz tão bem inovar de vez em quando, né?
Mas como eu disse no meu Tumblr, (que aliás eu mudei novamente e está diferente do link que está na postagem sober Tumblr) às vezes temos que não inovar, mas pegar algo velho e fazê-lo. Meio confuso, mas é isso.
:]

Coisas que estavam no papel...

Por favor gente, façam uma visitinha ao blog da Maíra Souza. Ela escreve bem demais, sempre sobre assuntos diversos. Muito, muito fabuloso! Mai, parabéns.
Ela sempre posta comentários aqui no blog, sempre lê o que eu escrevo, e acabo de me tornar uma leitora leal ao blog dela. Gente, que tudo! Usa palavras tão lindas, fala sobre coisas tão difíceis. Por exemplo, o último que ela postou (até agora), Erros e Consequências. Adorei.
Mas enfim, é só o que tenho a dizer.
Vão lá, ok?
:]

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Meu Tumblr

Você já entrou em um Tumblr? É um mini-blog onde você posta fotos, textos e tal. Parece muito com o Blogger. Mas sei lá, é mais bonito.
O negócio é que eu criei um Tumblr. Criei, primeiramente, para saber o que é, mas depois fiquei com gosto pelo negócio, já que por ele eu posso colocar fotos no WeHeartIt. Acredite ou não, isso me deixou muuuito feliz.
Então se tiverem tempo, entrem no meu Tumblr. Aproveita e entra no meu WHI também, vai.
:]

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ouça, amiga

Fala sério comigo, amiga, como você pode ser tão... fraca? Como pode aceitá-lo de volta? Como pode fechar os olhos para a dor e simplesmente rezar para que ela passe? Como pode se sentir tão inferior a ponto de gostar dele? Como pode não ouvir todos os alertas? Você merece coisa muito melhor do que aquilo. Essa sua falta de amor próprio não me enoja, me toca. Tenho pena de você. Mas não se ofenda. Na verdade, só quero te ajudar. Quero que você confie em mim quando eu te disser para se afastar dele, porque ele te faz mal. Quero que você veja por si mesma o traste que ele é. Veja, é só olhar: ele não te ama. Você sabe que é verdade, e que todos que te dizem isso estão certos. Até entendo que você não consiga apagar o que aconteceu, mas você podia fechar essa janela da sua vida, trancá-la. Podia tentar esquecer o passado, pensar um pouco no futuro. Você tem um coração mole demais. Deixa que ele te tenha quando quiser. Você não se importa com o que os outros vão pensar, e eu te admiro tanto por isso... Mas faz mal. Pra você. Pra nós. O único que não se machuca nessa porra de brincadeira é ele. Ele não sente nada.
Então veja só, apenas um de dois sofre. Isso não é saudável. Aliás nada nesse relacionamento é saudável. Ele te trata como lixo. Você o trata com luxo. Agradece todo sorriso que ele te dá, cada palavra suave, cada menção ao seu nome. Chega, amiga, esqueça disso. Olhe para frente. Veja, há tantos melhores que ele...
Mas você não consegue. Você é como a mocinha do filme, a melhor amiga do herói: só se apaixona pelo bandido.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Quando eu era pequena


via felicidade e alegria nas coisas mais pequenas, acreditava na pureza, não tinha medo de nada. Quando eu era pequena ouvia contos de fadas e imaginava que um dia seria eu a princesa, encontraria meu príncipe encantado e teria meu próprio castelo. Quando eu era pequena nunca duvidava da verdade, e acreditava no que me diziam. Quando eu era pequena só tinha amizades verdadeiras, que não dependiam do nível social ou da turma a qual eu pertencia. Quando eu era pequena, tinha amigos de verdade, não conhecia a falsidade, eram todos lindos, eram todos queridos. Cresci, vi que o tempo passa, as pessoas mudam. Hoje, sinto saudade daqueles tempos.
Quando eu era pequena, vivia um conto de fadas. Hoje o conto tá foda.
Incerteza é o que sinto em relação a você.
Não tenho mais certeza se é certo fazer
isso que estou fazendo com você.
Colocando um sentimento absolutamente novo
a frente de todo e qualquer outro.
É novo demais para ser tão forte.
É uma grande falta de sorte.

Por que me apaixonar por você
se eu não puder te ter?

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Enxergue

Não é um dia, não é uma hora, não é uma vida, é tempo de ir embora. Preciso esquecer meus erros, olhar pra frente, esquecer os passado, pensar no presente. Não se deve rir do que causa dor, não se deve viver sem amor. Não podemos simplesmente fechar os olhos para a verdade, devemos encarar sem medo o que vier pela frente.
Abra os olhos, enxergue, queira enxergar. Pare de pensar. Só deixe rolar. Abra os olhos, tente enxergar...

domingo, 10 de outubro de 2010

Você

Não consigo pensar em mais ninguém, só em você. Minha vida, diferente de como foi no início, agora parou por você. Eu vou te esperar, juro.
Será possível que não consigo chamar sua atenção? É tão difícil poder ver você, e não poder tocá-lo. É como um anjo, inalcançável. E eu tento tanto, tanto ser visível, quero tanto, tanto que você me veja, ah...
Jurei pra mim mesma jamais esperar alguém, jamais parar tudo por alguém, mas você é tão diferente, tão especial, que eu não vejo problema em te esperar. Já errei uma vez, deixando de esperar por você. Não cometo o mesmo erro duas vezes.
Estou tentando ao máximo não ser idiota, estou tentando ao máximo me convencer de que você não me ama, não me quer, não se interessa por mim – afinal, você já disse isso para mim, na minha cara, o que mais eu quero?
Mas existe um fio de esperança de que talvez eu não seja tão invisível quanto penso ser, ou de que talvez você sinta alguma coisa. Mas isso é tão fraco dentro de mim, essa esperança é tão pequena... quase não está ali, quase não vale a pena olhar para ela, senti-la pulsar dentro de mim, gritar que sempre existe uma possibilidade.
E eu agora me arrisco em dizer que te amo.
Na verdade, eu meio que já te disse isso, certo? Eu já te disse o que você precisava saber naquela hora, mas agora, bem, eu acho que o sentimento cresceu dentro de mim. Preciso dizer pra você o quanto você significa pra mim. O quanto eu quero ter você. O quanto eu preciso de você. Mas só não pense que eu sou do tipo que não saberia viver sem você, não, não. Eu sei viver sem você. Simplesmente não quero que seja assim.

Resultado da promoção do livro Sábado à Noite

O resultado da promoção Sábado à Noite, livro da Babi Dewet que eu e a @brunabcj, do blog So Just Smile estávamos sorteando juntas saiu no blog dela!
Clique aqui para ver o post do resultado.
E parabéns ao ganhador, Victor Schlude! Aproveite o livro.
:]

Espero

Espero que você não tenha medo
porque já estou amedrontada.
Espero que sinta alguma coisa
porque eu já não sinto nada.
Espero que me diga algo
ou vou morrer calada.
Você, eu responderia,
porque é minha pessoa amada.

So sweet...

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Não fazer nada

Que é que eu estou fazendo aqui?
Até hoje, não fiz diferença alguma.
Ninguém precisou da minha ajuda.
Faço volume num mundo onde há gente de mais
e espaço de menos.
Meus pensamentos tumultuam,
me atrapalham, não ajudam,
e mesmo com o tempo, não mudam.
Eu ainda sou hipócrita.
Ainda sou egoísta.
Ainda sou mesquinha,
individualista.
Mesmo sabendo que tenho que fazer alguma coisa
não levanto nem um dedo.
Eu tenho muito medo,
falta coragem, tem hora,
de abrir os olhos e olhar lá fora,
de enxergar o que está havendo.
Por que é que não dá pra ver?
Está escrito nesse mundo cretino
que cada um tem que fazer alguma coisa
ou vai tudo acabar.
Estou só esperando o tempo passar
e me provar
que eu devia ter feita algo mais cedo.
Agora não há mais tempo.
O mundo vai acabar.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Confiança

Depois da primeira decepção, não é fácil voltar a confiar. Seja no amor, em uma amizade, na família, não importa. Quando finalmente compreendemos a complexa hierarquia da confiança, devemos saber colocar as pessoas em seus lugares. Não podemos nos enganar, porque se você se enganar, pode perder o jogo.

Então quando for se confidenciar a alguém, não deixe de ter certeza de que é de confiança, esse alguém. Existem segredos que contamos as pessoas e elas contam a outras. E existem segredos que devem ser mantidos assim. Secretos.

Então apenas para concluir, não acredito em qualquer um. E não acredite em todos os seus amigos. Não é porque eles convivem com você e neles você deposita especial confiança que eles fazem valer essa confiança.
Think about it.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Escrevendo errado

Não existe nada pior que gente que escreve errado. E não, eu não estou falando de escrever vc, td bm?, qnd, hj... Estou falando de escrever e-r-r-a-d-o. De dizer "boum diah!", perguntar "q oras saum?", "tudu beim/ben?" e coisas do tipo. Eu já não faço muito o gênero abreviação (só quando estou com uma preguiça real de escrever a palavra toda), então quando vejo alguém que abrevia, já fico esperta. Se o sujeito escreve abreviado e errado, adeus. Eu não consigo falar com quem fala errado.
Estou colocando todos os "falar" em sentido de "conversar", tá? Portanto, me referindo ao modo de escrever; deixando claro antes que alguém faça uma gracinha.
Então é isso.
Por favor, não escrevam errado, gente. E não falem errado também. Conjuguem os verbos beeem direitinho, não confunda "vir" com "vim", nem "mau" com "mal". Esses últimos até hoje tenho dificuldade pra diferenciar.
Mas é isso. Agora vou embora porque tenho que ir pra aula.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Segredo

Não tenha medo.
Eu sei seu segredo.
Sou inofensiva, pode acreditar.
Não posso te machucar.
Acontece que você
não pode mais esconder.
Está sobreposto,
estampado em seu rosto.
Eu tentei também
não mostrar a ninguém
mas as pessoas tem olhos,
vêem seu propósito.
É incontrolável, essa vontade
de não te ter pela metade.
Se não for pra ter inteiro, obrigada,
mas não vale a surra levada...
Ou será que vale?
Eu já sei a verdade.
Mas diga-me qual o preço que você está disposto a pagar
para me calar,
e eu posso ou te dar um desconto
ou forçar a barra e pronto.
Vou conseguir o que eu quiser, então,
vendo você comer na minha mão.
E tudo porque você não soube esconder
o que os outros não podem saber.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Hey, guys

Hey, guys.
(Since now, sorry about the poor english.)
That's looks like how my english teacher (of my school) talk to us. When she come into the class, the first thing that she say is: Hey guys.
Well, I'm not complaining, but... Is very funny. Everybody laught of her. And she's so sweet...
But whatever, I'm here to make that post in english, because I saw that some people from others countries like England and USA is/was coming to my blog. I don't know how they do to read, or if it's only brazilian people that lives on those countries, but I imagine that some people use the translate site from Google to understand. Or don't.
Well, is much pretension assume that people from others places in the world want to read what I wrote, but well, everybody can dream, right?
Ok, I think that's all.
I'm so sorry about my poor english, but thats all that I can give to you, north-american and english people.
If someone from one of that countries or some other really read this, please, leave a comment. Will be very important to me.
Thanks everybody.
Bye.
(And again, sorry about my english.)

O Lucas não é feio

Todo mundo que lê meu blog (alô, leitores leais!) sabe que sou fã de um determinado canal do YouTube chamado Vagazoides. Por favor, assistam. É muito, muito bom. Um humor meio negro, mas totalmente atual e desengonçado. São os adolescentes provando que nós também podemos ser inteligentes, ágeis e ter uma opinião sobre alguns assuntos. Ok, isso foi bonito.
Mas eu não estou escrevendo este post para falar o quanto eu gosto de Vagazoides. Nããão. Estou escrevendo esse post porque cheguei a uma conclusão: o Lucas (de boné) definitivamente não é feio.
Tem gente que diz que prefere o Arthur (ok, ele é bonito...) mas porra, o Lucas também é bonito. E bastante. Não fosse o fato de parecer um traficante com o boné e a correntinha, eu seria gamada nele. Tá certo, sem muuuito exagero, Barbs. Mas é verdade.
O que mais me chama atenção no Lucas são os olhos claros. Meu, sou louca por gente de olhos claros. Hoje em dia é quase comum, mas mesmo sendo comum, não é... comum. Isso foi a coisa mais sem sentido que eu pensei hoje, mas acho que você entendeu. Se você não entendeu, você também não entendeu as outras bobagens que eu já falei neste blog.
Enfim, a idéia desse post era dizer: Lucas, você também é totalmente pegável.
E de quebra, é mais engraçado que o Arthur.
E ser engraçado, hoje, é quase mais importante que ser bonito.
Humor é o novo trunfo, o Ás na manga.

Por ora, é só.

Sono de Bela Adormecida

Depois de setenta e nove bilhões de anos, alguém atendeu o telefone, mas de quê adiantou? Ela não quer sair de casa! Tá lá, feito um tatu na toca, e não quer ir na loja que inaugurou. Como a cidade é pequena, ela devia vir com a gente, mas não vai vir, porque: 1) acabou de acordar, 2) tá com o cabelo molhado e 3) é uma grande babaca que larga a gente na mão, xé. Então eu e a Bruna linda vamos lá na loja linda sem a Nathália, que estava em seu momento de sono de beleza. Meu, detesto quando as pessoas deixam de fazer alguma coisa por causa do sono, ou por falta de vontade de sair, ou qualquer coisa do gênero. Porque veja bem, ela está acabando com um combinado nosso, sabe?
Sim, Negritude, estou brava com você. Fiquei #revolts. Mas que diferença faz? Eu ficar brava não vai fazer aquela preta vir aqui, nem nada.
Então vou relaxar e vou na loja com a Bruna. E só pra ficar foda a história, nós vamos ganhar uma promoção da loja, que só tem na inauguração. Ou vamos comprar coisas lindas bem baratin, e depois esfregar na sua cara, Nathália!!!111

Então é isso. Au revoir.

domingo, 3 de outubro de 2010

Menina das bochechas

Foi por uma triste causa que nos conhecemos. Juro, quando ouvi falar de você, não imaginei o que você é. Imaginei qualquer outra coisa, menos isso que você é. Imaginei menos ainda que nos tornaríamos tão queridas, imagina, uma menina que eu nunca tinha ouvido falar, prima de nonagésimo grau... E aí você chegou de uma, hmm, festa?, e eu nem acreditei. 17 anos? Aquela pirralha tinha 17 anos? Não mesmo! Sorri, tentei ser o mais simpática e prestativa que um dia sonhei ser capaz de ser, mas você não precisava que eu me esforçasse. Eu não precisava me esforçar. Você gostou de mim, eu gostei de você, o sentimento foi mútuo. E você me deixou tocar sua guitarra, me emprestou secador de cabelo, pente, roupa, maquiagem, violão, sua casa e até seus amigos! Você me deixou participar da sua vida, e eu faço hoje o máximo que posso para que você faça parte da minha. Conto pra você tudo que é pensável contar para alguém (e às vezes coisas que eu não conto pra mais ninguém.) Minha caixa de Pandora, você é; um ponto fraco na falange forte. Quando você está mal, quando chora pra mim, eu desmorono, aw. Você acaba comigo quando me diz que está com problemas, e eu sinto sua dor, suas perdas e remorsos. Eu tento entender sua cabeça bagunçada e não tenho dificuldade, porque a sua cabeça bagunçada se parece muito com a minha própria cabeça bagunçada. Nunca imaginei encontrar alguém louca como eu, ou normal como eu. Afinal, nós achamos que loucos são os outros, as normais somos nós, oras.

Sua cabeça é bagunçada demais,
apesar de sermos nós as normais.

Você me ensinou que depois de uma longa tempestade, e até durante uma, você pode sim ver os pontos positivos, pensar positivo, ter positividade. Você me ouviu conversar com pessoas importantes pra mim, já me viu mentir, já me viu desmentir, já viu minha mãe descobrir sobre meu alargador, já me chamou para a sua formatura...
E você se dobra e desdobra o tempo todo, sempre se moldando ao que eu preciso no momento.

Sabe me dizer o que preciso ouvir,
e me dá conselhos sem eu pedir.

Não me canso de dizer o quanto sinto saudades de você, e às vezes, uma vontade incontrolável de fugir praí só pra te ver. Minha prima de nonagésimo grau mais querida. Já passamos por poucas e boas, e olha que foi só o começo.
Gabriela Campos Santos, menina das bochechas, te voglio bene.

Desisti

Deus!, como doía...
era quase física a dor que eu sentia.
Vontade incontrolável de gritar,
de desistir sem tentar.

Essa era eu, ali, desistindo de você.
Acontece que desistir nunca fez meu gênero.
Eu vou atrás das minhas vontades, não me importa quanto tempo leve, ou o quanto eu apanhe da vida, das circunstâncias.
Eu luto pelo que quero, não importa o quanto doa.
Lá estou eu.

Eu cansei de desistir,
de lutar sem agir.
Você não me ouve,
jamais ouviu.
Puta que pariu!,
e eu sabia disso.
Que idiota,
que desperdício.

Povo pobre

Surpreende-me o número de mortes.
Assusta-me a quantidade de acidentes.
Hoje, morrer é banal, acontece sempre com tanta gente...
E puxa, isso é tão recente.
Não é de hoje, claro, que se morre tanta gente.
Mas nossa, agora é tão comum,
não há mais susto algum
em ver gente morrendo o tempo todo.
Dá ibope, esse maldito povo
que ama ver outro sofrer.
Raça maldita, essa de povo pobre.
Tá sofrendo, tem problemas, e então
quer ver os outros sofrendo como ele.
Se tem morte no meio, o povo quer saber.
Se tem roubo, se tem maracutaia, ele quer saber,
ela nunca deixa de procurar se entreter.
A desgraça da própria vida não é mais suficiente.
Quer ver mais desgraça do que aquela de todo dia,
quer mudar de rotina.
Portanto, mostrar gente morrendo,
gente sofrendo, dá dinheiro, da ibope.
Ah, maldito povo pobre!
Não é pobre de dinheiro, não,
(muito, muito, muuuito rico também adora
ver gente morrendo aí fora.),
é povo pobre de criação;
Povinho sem-educação.
Não sabem dar valor a vida, mais,
só querem morte, sofrimento.
Se não tiver desgraça, qual a graça
de se assistir o jornal?
Esse povinho pobre de cultura não se importa com mais nada.
Foda-se a inflação alta.
Que vá para o inferno a queda dos juros dos bancos.
Eles querem a morte, querem a dor,
porque esqueceram que qualquer dia
Ele volta, e julga cada um de nós
de acordo com a vida que levamos.
E essa é a mensagem que eu queria deixar.
Larga dessa televisão maldita,
vai aprender a ter cultura, criatura,
que assim você ganha mais.
Isso não vai diminuir as mortes, não,
mas quem sabe sem tanta repercussão
as almas não descansam melhor lá em cima.
Por aqui em baixo,
nós fazemos muito estardalhaço
pelo que eu considero muito pouco.
Somos 'tudo louco'.

sábado, 2 de outubro de 2010

Parabéns!

Feliz aniversário, Vitor!
Hoje faz 14 anos que esse cara tá rodando aí no mundo.
Estudo com você faz muito tempo,né Vitor, e só agora é que estamos realmente nos falando. Sério, meu, você é muito gente boa. Até com todo o seu jeitão meio psicopata, que queria porque queria matar alguém no nosso (super) filme, haha. O melhor jogador de basquete do mundo, é isso que você é. Vai ser melhor que aqueles caras que você vive me falando, e eu nunca sei o nome. E Basquete é uma coisa na qual o Bruno não é o melhor! Você tirou ele do pódio.
E obrigada por me emprestar R$1,20 toda vez que eu preciso. Você é o cara da grana, também, além do cara do basquete.
Que Deus te abençoe muito, amigo, de verdade, e que seu pai construa a quadra que você tanto quer, pra chamar a galera e a gente bater uma bolinha sempre :]
Parabéns.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Reações!

Saca só, agora temos aquela barrinha de escolher o que você achou do post, igual tem no Souvenirs Boîte! Aliás obrigada Maria Alice (vulgo Mary Pepper), por ter me ajudado a colocar aquilo! haha.
Então é isso, avaliem sempre os posts, é muito importante pra mim.
Um beijo.

Pai

Eu não compreendo o que tanto lhe aborrece
tento sempre ser boa, e você me desmerece.
Faço o que posso para lhe agradar
e você volta a me humilhar.
As lágrimas são quase rios fartos
e eu queria saber, ouvir dos seus lábios
qual é o motivo, a razão
de você nunca me dar uma explicação
da sua falta de amor por mim.
E isso não tem fim.
Eu me entristeço, morro...
E nunca, jamais peço socorro.
Eu só queria um sorriso, um agrado
mas você não pode largar o fardo.
Você nunca pode me dar atenção,
tudo gira em volta do meu irmão.
Você, pai que eu tanto amo
começa a perder seus encanto.
Passo noites sem dormir
pensando em como me redimir.
Quero tanto que seja sincero
mas ao perguntar, me desespero
porque você começa a falar
e eu, a querer parar de escutar.
Seus motivos, para mim, não tem sentido;
Eu não entendo o que te deixa deprimido.
Me forço e esforço para te amar
e você sequer pode me olhar.
Está sempre ocupado demais para tudo
e eu acho isso absurdo.
Mas se eu reclamar
você começa a falar.
Sua voz era como música
e agora, com súplica
lhe imploro para que não fale...
Simplesmente se cale.
O meu ouvido agradece
e meu coração se entristece.
Então, pai querido,
que um dia fora meu amigo
quero agora distância de ti
para que meu coração
pare de se partir.
Te amo tanto
mas se passou o encanto.

Untitled

Eu te dei meu coração, e em troca você me deu dor.
Eu te dei sorrisos, e em troca você me ignorou.
Eu te dei o que eu tinha de amor, e você fez pouco caso.
Então adivinha: eu também sei ser má.

Aprendi com você a fazer outros sentirem a dor que eu senti. Aprendi que o silêncio é a resposta mais dolorosa que posso dar. Aprendi que quando alguém finalmente se abre, devo me fechar. Aprendi que sempre se deve deixar um gostinho de "quero mais", e não um "enjoei de você". Aprendi que tudo na vida tem limite, até o ponto em que eu vou me humilhar por você.
Então adivinha de novo: eu adorei a sensação de poder.

Quem se humilha por mim é você.
É você quem tem que perceber
que depois de muita humilhação
eu canso de ser o brinquedo.

Quem sofre por mim é você.
Isso é você que tem que fazer.
Não depende de mim a sua reação
quando eu me calo perante suas declarações.

E agora eu só estou tentando dizer
o quanto dói
sofrer por alguém.

domingo, 26 de setembro de 2010

Apelidos

Apelidos. Sobrenomes.
Eu não tenho muitos, mas se for contar os que eu conheço, perco a conta. Mas vamos começar direito.
Vamos falar de apelidos. Tem coisa mais engraçada que apelidos? Algumas pessoas tem apelidos horríveis, realmente grotescos, mas outras pessoas tem apelidos, hmm, "carinhosos", ou que pelo menos tem o carinho como objetivo. Ficou confuso, mas você entendeu.
A pessoa que mais tem apelidos que eu conheço é a Perotoni. Na verdade, é Amanda Perotoni, mas a galera chama pelo sobrenome. E sabe, 'sobrenome', em español, significa 'apelido', e vice-versa. Ou seja, começa por aí.
Mas não é só a Robson, digo, a Perotoni que tem muitos apelidos. A Stallmach também tem um zilhão de apelidos. Stallmach é o sobrenome (em português, mexmo) de outra amiga minha que também é Amanda. Então a Barraca e a Robson, digo, Stallmach e a Perotoni são as pessoas com mais apelidos que eu conheço. Mas isso não significa que eu não conheça outras milhares de pessoas que têm apelidos.
Um apelido que eu particularmente adoro é 'Xu'. Nop, não é Xu de Xuxa. Mesmo porque, isso não seria nada original. É Xu por ser Xu, mesmo, quer dizer, tem um significado meio... obseno. Ou obceno. Eu nunca sei escrever essa palavra. Mas isso não interessa. Rã é outro apelido, com o mesmo fim ob(cscscs)eno. E Nunda também, e Tola também e... Pensando bem, Tola não tem um significado ob... erótico. Acho que dá na mesma. Enfim, Tola vem de a) Nicholas b) Cartola c) Escola.
Muito bem, escolha uma resposta e... péim. Quem respondeu a letra B acertou. Ok, isso foi extremamente inútil. Mas é de Cartola. Agora o que que Cartola tem a ver com a pessoa em questão, ixxx, essa é outra questão.
Eu não tenho muitos apelidos. Babi, Babs e Barbs são os mais usados. Bá também, tipo, é a primeira sílaba do nome, 'crixê'. Agora Barbs é crítico, né, fala sério. Quem é que gosta de ser chamada de Barba? Porque é quase isso, Barba. Um erro de digitação quando forem escrever 'Barbs' e eu terei de aguentar zuações pelo resto da vida. Mas isso não me preocupa. Depois do "show 51", nada vai me humilhar, nunca mais. Mas enfim, essa era a mensagem.
Se você quiser apelidar um amigo, pelo amor de Deus, tenha certeza de que isso não vai prejudicá-lo, mesmo que a intenção seja essa. Porque mano, quando um apelido pega, ele pega mesmo. É tipo pra vida toda, então presta atenção no que você vai fazer com a vida de alguém. Mas eu já estou, é claro, me tornando ultra dramática. O recado era esse.
Post dedicado a Barraca e Robson.



Para mais informações sobre como contratar "Show 51", ligue 0800 meucu.

sábado, 25 de setembro de 2010

Heath Ledger


Eu amo o Heath. Ele fez filmes fantásticos; uns famosos, outros nem tanto. Tão lindo, tão famoso, rico, feliz... Morreu. Morreu de overdose de remédios, tarja preta, coisa séria. Mas mesmo depois de tanto tempo desde sua morte eu ainda o acho assim, lindo, perfeito. Um verdadeiro desperdício, não é mesmo...? Tanto talento, elegância, charme, aquele sorriso, ah meu Deus, ele era de tirar o fôlego. E mesmo depois de morto ele ainda me tira o fôlego.
Claro que, sendo lindo como ele era, tinha que ser ariano. Nasceu em 4 de abril de '79 e morreu (de overdose) em 22 de janeiro de '08.
Sinceramente, pra não pagar de manjada em filmes, não conheço muitos que ele fez. Mas todos que eu vi com ele eu gostei!
Meus favoritos são...
Casanova - 2005. Com Heath Maravilhoso Ledger e Sienna Miller.
10 coisas que eu odeio em você - 1999. Com Heath Lindo Ledger e Julia Stiles.
Depois faço mais um post sobre o Heath Andrew Lindo Maravilhoso Ledger, ok?
Beijo.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Dinossaurês

Rawr.
Você sabe o que "rawr" significa? De acordo com o povo, rawr é "eu te amo" em dinossaurês. Acho que para todo e qualquer assunto relacionado a dinossauros seria muito mais prudente consultar meu queridíssimo PC Siqueira, mas se vocês preferem especular...
Afinal, dinassauros são criaturas gigantes e primitivas e ignorantes e em sua grande maioria carnívoras, não é? Não, não é. Os dinossauros eram não apenas uma sociedade animal desenvolvida com uma cadeia alimentar e hierarquia bem definida, eram inteligentes. Possuíam armas naturais e sistemas de defesa fantásticos; eram capazes de montar armadilhas usando o ambiente para pegar uma presa, e faziam milhares de outras coisas. Eu sou grande admiradora de dinossauros.
Mas eu não tenho um conhecimento profundo o suficiente para fazer um estudo mais profundo, portanto acho que está bom. No futuro farei um estudo beeem mais profundo e detalhado.

Beijo. Ou rawr. Ou raugh.
Sei lá.

Nem vem

Você que me ensinar a viver?
Que moral você tem?
Veja quantos erros cometeu no passado.
Nem vem.

Eu conheço sua história, tá?
Tô ligada em todas as suas derrapadas,
conheço suas escapadas,
nem vem.

E se você acha que eu caio nos seus golpes
reveja seus conceito sobre mim.
Eu não sou qualquer idiota, não, babe,
nem vem.

Quando você finalmente consertar sua vida
e conseguir apagar seu passado tosco,
aí sim você vem e me diz o que é certo e errado.
Aí sim.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Skoob

Skoob é a oitava maravilha do Universo. Fala sério, um site pra ver que livros você já leu, quais quer ler, quais está lendo? É tipo UAU, ultra maravilhoso. Todos os dias eu tento me lembrar de livros que eu já li e não coloquei nos Skoob, porque sempre que eu olho lá sei que está faltando algum. E aquela coisinha doida de marcar quais livros você quer ler? Nossa, aquilo é total fantástico. Mas o que eu mais gosto é ver que mano, eu já li bastante livros na minha vida.
Não que sejam muitos, mas na boa, até que é bastantin, vá. E eu nem contei livretos, sabe? E nem todos os livros da escola estão lá. Ou estão? Nem sei. O que eu sei é que eu, particularmente, adorei aquele site.

Ó a minha estante.

Então é isso. Cadastrem-se, de verdade. Dá até gosto ler.
E pra quem não notou, "skoob" é "books" ao contrário. A-há!
Beijo.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Inglês

Aula de inglês deixa meus pensamentos em inglês.
English classes leave my thoughts in English.

Tá bom, meu inglês é realmente uma merda, mas é por isso que faço curso, certo? Errado.
Nhé, toddybrinks, é por isso sim. Meu sonho é ser fluente em inglês. Tá ligado aquelas pessoas que falam ultra fluente, com sotaquezinho fodão e tudo mais? Meu sonho, moleque!
Mas eu tenho consciência de que provavelmente meu inglês jamais será classificado como "fluente". No máximo, "moderado". E olhe lá.

Ops

Uts, que mancada! Coloquei que foi a Bruna, do So Just Smile que disse "londrino" no post sobre Londres. Na verdade quem disse isso foi uma outra amiga nossa.
Desculpe Bru! risos.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sexo, drogas e família restart

Velhas bandas de rock; vozes inesquecíveis, shows e protestos, mortes com repercusão internacional. Sexo, drogas e rock 'n' roll. O que houve com o rock?

Meus pais sempre me ensinaram a gostar de boa música, portanto, fui criada ouvindo coisas antigas. Não muito recentemente fui apresentada a Joplin e seu agudo inesquecível. Tempos depois, foi Hendrix, tocando como poucos os solos lunáticos. Na mesma época, conheci o que considero hoje uma das maiores bandas de todos os tempos, com suas letras melancólicas, os solos de teclado e a típica guitarra de pegada forte: The Doors. Jim Morrison. Jim, que teve uma infância não muito dramática e uma vida que, naquele tempo, era comum para a maioria dos jovens - o que quer dizer uma vida regaada a maconha e muito álcool - acabou se tornando um ícone do rock. Suas letras eram em sua maioria escritas quando ele estava ligado. Uma delas (que por acaso não me lembro o nome) foi escrita baseada numa visão que ele teve quando foi com os membros da banda e a namorada passear no deserto. Então isso nos leva a uma mesma conclusão: antes, o rock era rock mesmo.

Hoje, temos Restart sendo considerado rock. Cine, Fresno, NX Zero... Podem ser bandas, mas não são de rock.

Então eu tenho uma pergunta: pra onde foram os tempos em que pra ser roqueiro você tinha que usar preto e couro, saber cantar e tocar uma guitarra?
Pra onde foram as músicas com solos quilométricos? E os gritos? E a emoção dos shows? E as revoltas, os protestos? Cadê os roqueiros? Cadê?

Gostar de coisa antiga, hoje, é antiquado. Pra ser pop tem que curtir modinha.
Caspita.

Atualizando

Chega um momento em que cansamos de tudo. Cansamos das cores, das formas, das combinações, dos sorrisos, das pessoas, das roupas, dos lugares, das sensações, dos sentimentos, de tudo.
E eu já estava cansada daquele visual do blog, então atualizei.
Beijo.

Happy Rock? Família Restart?

Os caras são coloridos, me irritam, se auto-denominam os "Beatles 2000", tem um péssimo gosto para roupas e cabelo e ainda por cima tem um milhão de fãs.

Mas diz pra mim que outra banda com menos de um ano de sucesso nacional recebeu 5 dos maiores prêmios oferecidos no VMB? Tudo bem, eu não gosto deles, e digo isso pra quem quiser ouvir, mas mesmo não gostando eu não tiro o crédito que eles tem, sabe? Os caras conseguiram chegar no topo.
Ok, aquilo que eles fazem não é rock nem aqui nem na China, mas e daí? É música pop, é música que vende. Eles são dinheiro puro.
Olha a quantidade de fãs. Você consegue imaginar a quantidade de dinheiro que esses caras ganham? Lotam shows, tem um zilhão de fã-clubes, daqueles que você compra carteirinha e tal, vendem camiseta, botom e o caralho a quatro. Saca só a grana!

Mas então tá, já protegi. Agora vou explicar exatamente por que eu os odeio tanto.



Primeiro por todo esse amor pelos fãs. Vão se foder, tá? Vocês estão depreciando a palavra amor usando-a como estão usando. Transformando "família" em um termo quase pejorativo. Fazendo com que uma moda que antigamente era realmente moda, como as calças coloridas skinny e jaquetas brilhantes sejam hoje uma vergonha.
Não me canso de citar um clipe do Nirvana no qual Krist Novoselic, o baixista, aparece com uma calça lilás. E ele não era da família restart.


Mas acho que o que mais me irrita são as vozes. A voz do PeLanza, aquele porra-louquinha metido a rocker, graaaawr! Eu fico nervosa, sério. A voz da minha vó é mais de macho que a dele. Na verdade, a minha vó é mais macho que ele. Ok, tô de brincs. Ele tem uma coisa de macho que minha vó não tem. Mas enfim, o que quero dizer é que eles são meio, digamossss, afeminados.

Só que enfim, eu sei que eu a) acho sacanagem desmerecer os caras; só porque b) eles ganharam um monte de prêmios no VMB, c) foram vaiados ao receberem os prêmios e acima de tudo eles d) não atrapalham nem ofendem ninguém.
Ou seja, deixa os caras serem famosos, pode ser? Deixa.
Um dia vai passar essa mania de ser colorido, pode acreditar.

E por último: não existe essa porra de rock colorido, ou happy rock ou sei lá que diabo.

Beijo.