domingo, 30 de outubro de 2011
Carente?!
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Superando
domingo, 16 de outubro de 2011
Admita
Batimento
"O que foi?", ele sussurra, atrapalhando meus pensamentos.
"Nada". Ah, tão clichê.
"Você tá pensando em quê?", ele pergunta, as mãos descansando na minha cintura.
"É sério, nada", insisto. Como se ele não me conhecesse.
Então ele começa com aquela mágica de me relaxar, massageando minhas costas. Encosto a cabeça em seu ombro e suspiro.
"Conta pra mim o que foi".
"Eu..."
Não tenho coragem de continuar. Ele ainda massageia minhas costas quando corro para os seus lábios numa tentativa surda de cortar o assunto. Agora sim meu coração está acelerado. Mas ele jamais saberá o porquê; nem eu sei.
sábado, 15 de outubro de 2011
Uma doença
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Boa-noite
Bom-dia
Tem uma música tocando em uma das dez mil abas abertas no meu Chrome, e ainda assim o barulho das gotas batendo na janela atrás de mim é o som mais nítido e límpido do quarto. Olho para trás para averiguar; parece que está chovendo dentro da minha cabeça, a água batendo nas minhas têmporas. Só vejo pontos brilhantes no vidro. Conto até três bem devagar. O barulho da chuva despertou alguma coisa dentro de mim. Uma dorzinha que estava dormindo, o sono leve como um algodão. Calma, calma, não se preocupe, já vai passar. A mentira mais mal contada do dia. Nada vai ficar bem. Não agora. Vai demorar. Olho para o celular jogado do outro lado da cama. Faça algum barulho, peço em silêncio. Traga uma mensagem, brilhe, grite, converse comigo, não me deixe sozinha. Tem apenas uma mensagem que eu quero receber. Ela já chegou, mas foi ontem à noite. Eu quero outra. Quero uma resposta bem-humorada, quero um sinal de saudade. Nada. E não vai chegar. Eu já sei, já aceitei. Estico o corpo, como se com esse movimento em conseguisse expulsar esse espírito de porco dentro de mim. Chuto o violão de leve. Esse sim é meu melhor amigo, jamais me abandonou nas horas de tristeza; vem em meu socorro sem pensar duas vezes, até me ajuda quando eu não sei o que fazer. Toco suas cordas com as pontas dos dedos, e um som leve e sem ritmo ecoa pelo quarto claro. Já é de manhã? Nem tinha percebido. Paro para prestar atenção, e ouço os gritos de criança pela casa. Tudo em pleno movimento. Olho através do vidro da janela: a chuva parou. Quando? Faz tempo? Deus, como ando desligada. As montanhas são verdes de novo, a neblina começa a se dissipar. Não é só de manhã, é quase tarde. Mais barulhos; um aspirador de pó brigando com grãos de sujeira perto da porta. Logo, logo alguém vem me chamar. Fecho os olhos com força e sinto os restos do rímel nos meus cílios. Preciso levantar e me preparar para o longo dia. Não tão longo, talvez. Olho para o skate no canto do quarto; hoje não, amigo. O dia está feio demais, você só combina com dias de sol. Uma música ainda toca em algum lugar no computador. Estico o corpo mais uma vez, dessa vez só para acordar; tenho o cuidado de desviar do violão. Certo, então, que comece o dia. Bom-dia.
And I'm back, ladies and gentlemen
Agora eu voltei, e voltei pra ficar. Comecei com essa folia de blog prometendo NUNCA fazer o que acabei de fazer, então, arrependida, peço que me aceite de volta, BdA.
Vou voltar com meus textos, comentários, fotos, e o que mais me der na telha. Com músicas, semi-composições, ou só um pensamento e outro. Meus poemas, esses vão voltar com certeza.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Uma noite
sexta-feira, 25 de março de 2011
Eterno

Foi eterno. Mais que eterno. Éramos nós, juntos pela primeira e única vez.
quarta-feira, 9 de março de 2011
É tendência?
' Coleção Outono/Inverno 2011, Gucci
Blazer estilo masculino, D&GAlgumas pessoas leram o meu post sobre o verão 2011, onde falei sobre como o vintage estava vindo com força total e citei alguns itens que, verdade seja dita, vieram com tudo, como a estampa floral, saia de babados, colares mais delicados, etc.
Mas agora quem vem aí é o inverno! E pelo jeito, as tendências são um pouco variadas. Tem gente que está falando em casacões peludos e blazers, tipo a Gucci, e gente falando de Oxfords femininos, tipo a Werner Calçados (marca nacional).
' Oxford feminino, Werner CalçadosPensando melhor, não é tão variado assim. O inverno vem com uma pegada masculina, mas não é por isso que deixa de ser uma escolha. A mulherada ainda está se adaptando ao sapato mais masculino, à calça boyfriend, a qual eu particularmente não sou adepta, mas enfim. A moda está voltada para o vintage, e agora está adicionando elementos masculinos. O que será que vai sair dessa mistura? Eu acho que vai dar certo, e você?
Mas mudando de roupa para acessório... Todo mundo já está ligado de que a nova moda vem nos colares de pingentes e nos anéis, não é? Tem para todos os gostos e estilos. Desde coisas mais delicadas, como chaves, coroas e corações, até as mais punk-rocks, tipo caveiras e ossos. Minha próxima aquisição vai ser um anel de coroa, estou doida por um! Mas como eu disse, tem pra todos os estilos.
Anel Coração e Coroa, Toda DoceMas depois eu falo com calma dos acessórios, e das roupas também. Esse post aqui é só pra vocês terem uma noção do que eu, particularmente, estou apostando nesse inverno. E quais são as roupas e acessórios que vocês acham que vão vir com força nesse inverno?
O Retorno
Vou tentar postar diariamente; vai que ainda sobrou algum leitor fiel, doido por um pouco de agitação no nada caótico mundo dos blogs.
Portanto estou voltando. Com resenhas, com moda, com fotos!
Vamos ver quanto tempo vai durar essa minha animação =)
Fiquem por aí.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Para haver um, precisa-se do outro
acompanhe-me e entenda também.
Para haver dor, precisa-se da paz,
para haver certeza, precisa-se do "tanto faz".
Nenhuma verdade é verdadeira se não houver mentira,
e as estrelas não brilham sob a luz do dia.
Então para haver o brilho das estrelas,
precisa-se da escuridão.
Para sentir a companhia,
precisa-se conhecer a solidão.
Para se sentir rico, não precisa do ouro,
precisa é conhecer a pobreza do povo.
Para ter o feio, precisa-se do bonito,
e para haver cheio, tem que haver vazio.
Para ver um magro, tem que conhecer um gordo.
Para se sentir cansado, tem que conhecer o conforto.
Para sentir fome, você tem que conhecer boa comida,
e para sentir frio, tem que conhecer
a sensação de se estar aquecida.
Para sentir um bom perfume, tem que conhecer o fedor,
para haver silêncio, tem que ter o rufar de um tambor.
Para haver doçura, tem que haver aspereza,
e se há grosseria, há de haver delicadeza.
E para haver entendimento, tem que haver ignorância,
para se poder crescer, precisa-se ter tido uma infância.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Reviravolta
Não importa. Estou tendo ataques, não tenho ninguém com quem falar sobre isso, estou aguardando silenciosa e amargamente pela época em que isso vai passar e acima de tudo, eu estou perdida no meu próprio silêncio.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Chance
Você seguiu na direção contrária a minha. Como num filme, a multidão vinha contra mim, uma onda de massa corpórea empurrando-me de volta ao lugar do qual é queria desesperadamente fugir. Mas então, e eu finalmente percebi, era pra onde eu devia ir, não? A multidão. Seguir o fluxo... seguir você. Te encontrar. Falar com você. Te dizer o que pesava meu corpo e trancava minha garganta. Palavras simples; palavras desnecessárias. O ato sim seria importante. Eu me virei e, decidida como sempre, corajosa como nunca, comecei a andar. Meus passos pareciam curtos demais, as pernas pesadas demais, e eu não conseguia te encontrar. Mas você estava lá, andando no seu ritmo mais elaborado, observador da vida ao seu redor. Com a latinha numa mão e a outra no bolso, notei o quão pequeno você é. Engraçado, eu também nunca havia notado isso.
Eu caminhei. Minhas pernas de repente ficaram leves como penas, meus passos rápidos como o vento, e a minha coragem diminuiu. Eu não vou me humilhar de novo, pensei. Mas vale a pena. Estendi o braço e meus dedos roçaram seu ombro. Não sei se você apenas não sentiu, ou se ignorou, mas eu tive que dar mais um passo e puxar seu ombro. Com um movimento leve, virei você para mim. Mas se eu olhasse seu rosto, aquele olhar matador, eu perderia a coragem, e sairia dali apenas, correndo. Então eu puxei seu rosto, dei mais um passo, e nossos corpos se colaram. Seus olhos pararam de procurar os meus e nossos lábios se tocaram. Mas quase no mesmo instante, eles se separaram. Você virou seu rosto, e sua boca agora procurava meu ouvido; você murmurou alguma coisa. Poucas palavras, que eu nunca vou esquecer. Bá, não me entenda mal, eu quero mesmo ficar com você, mas eu tenho medo. Medo?, perguntei. É, medo. Medo de perder você, de perder a amizade que a gente tem. Primeiro, eu pensei: ele quer me dar um fora de uma forma gentil, cool. Depois, pensei: o filho-da-puta está me dispensando. E então caí em mim: ele estava falando sério. Eu não conseguia me lembrar de quantas vezes você dissera que me amava, e que eu não fazia idéia do que eu significava para você. Por um milésimo de segundo, imaginei se você estaria falando sério, todas aquelas vezes, mas nem precisei pensar demais. Eu já sabia. Você estava.
A minha noite acabou ali, quando você me deixou no meio da multidão. Ou melhor, quando eu te deixei. A última coisa que você me disse antes de eu me virar foi: me dá um tempo pra pensar. Porque a última coisa que eu te disse antes de você me dizer isso foi: você tem que confiar em mim. Nada vai mudar. E eu acreditava nisso. Eu sabia que nada mudaria. Mas você não confiou. Pediu o tempo, segurando meu braço, sabendo que se me soltasse, eu iria embora. Eu só disse - e nem sei se queria que você ouvisse -: Deixe quieto. Esqueça. E você devia ter esquecido. E provavelmente esqueceu. Mas eu não. Fiquei tão chocada por você ter resistido à mim que decidi esquecer você. Para sempre. Nunca mais pensar em você, era isso. Obviamente, eu sabia que não conseguiria. Só tentar te esquecer já doía. Fisicamente. Então eu me recolhi ao banheiro, deixei escorrerem duas lágrimas, sequei-as, sentei-me direito e esperei. O quê? Eu não sei. Mas eu esperei alguma coisa por sabe-se lá quantos minutos. Então chegaram no banheiro duas ou três das minhas amigas, minhas acompanhantes daquela noite. Eu me levantei, e fui com elas.
Não me lembro direito do que houve depois, mas me lembro de uma coisa:me lembro de ter estragado de vez a minha noite. Eu estava com as meninas, perto da saída. No meio do salão, a pista de dança. Você estava ali, paradinho, a lata provavelmente vazia em sua mão, e adivinha onde a outra [mão] estava? No bolso, onde mais?!... Ao seu lado, porém, estava uma pequena beldade: cabelos longos escuros, uma pele morena, vestido curto justo, toda linda. Você se inclinava para ela, e a cada palavra que eu te via dizer a ela, o meu coração dobrava as batidas. Eu queria ir até lá, gritar que você me pertencia, mas adivinha só? Você não me pertencia. Eu não tinha direito algum sobre você. Fixei meu olhar em sua nuca e jurei nunca mais falar sobre o que houvera, sobre o beijo roubado, sobre nós. Jurei que para sempre seria apenas eu e você. Separadamente. Mas foi uma promessa em vão, pensamentos que ficariam apenas em pensamentos, mesmo. Eu te queria demais naquela noite para simplesmente te esquecer.
A pequena beldade se foi, e demorou a voltar. Eu tinha, novamente, apenas uma chance. Uma única e solitária chance, e eu iria usá-la. Eu estava em tal situação mental que não estava apta a decidir o que era o correto, o que dizer e principalmente, como agir. Então eu só segui meus instintos mais naturais e primitivos, deixando que o destino brincasse de Deus. Caminhei decididamente até você, mas juro por tudo que há de mais sagrado, eu vacilei. Eu hesitei. Mas continuei, porque eu não medi as consequências naquela noite. Cheguei ao seu lado, e meu braço, que pendia ao meu lado, podia muito bem ter sido colocado ao redor do seu pescoço, como eu sempre faço quando te vejo, mas não. Eu não quis seguir o protocolo, e fingir que nada tinha acontecido. O meu braço ficou ali, ao meu lado. Então eu me inclinei sobre, tentando ao máximo não tocá-lo, e falei no seu ouvido: "Era só você ter dito que havia outra menina." Pronto. Eu tinha feito. Estava pronta para girar na ponta dos pés e sair dali antes que me desse conta do meu erro, mas você gritou de volta: "O quê?" Ah. Aaaaah. Eu ia ter que repetir? Pois bem, agora já está feito, pensei, satisfeita. "Era só você ter falado que tinha outra garota." Engraçado como eu me lembro exatamente do que eu disse. E-xa-ta-men-te. Quando terminei de falar, ele se virou para mim e eu jurei que ele ia, sei lá, fazer alguma coisa. Mas ele não fez. Ele me mandou um olhar matador de cachorro-sem-dono e disse: "Bárbara, não tem nada a ver." Ah, claro. Era claro. Eu sacudi a cabeça, e saí de perto. Fui para junto dos meus amigos descomplicados e fáceis, fugi do que eu queria. Eu não me arrependo, sabe, mas eu... Não sei. Sinceramente, eu não sei.
Tudo que eu sei, foi que a minha noite acabou por ali. E as lágrimas vinham, mas eu não as deixava escapar.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Seria diferente
Que bom que acabou. Que bom que eu não aguentei. Que bom mesmo, porque eu teria vergonha de ser sua namorada hoje. Você está horrível.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Bigornas de realidade
Chega dessa maldita dor. Uma dose de anestésico emocinal, faz'favor.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Teenage Dream

E se você não ouviu ainda, ouça Last Friday Night e, é claro, Peacock. Essa última é engraçada, tá? Tipo, parece outra coisa, e você nem precisa saber a tradução, haha.
Então ouçam, porque Katy Perry é música de qualidade.
=)

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Às vezes
Eu queria deixar de falar tanto "às vezes" e poder dizer "sempre".
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Os 4
J.H.
Jimi Hendrix, o mais velho de todos. Johnny Allen Hendrix, nascido em Seattle em 27 de setembro de '42; obviamente, como manda o figurino, sua morte nunca foi plenamente explicada. Morreu em 18 de setembro de '70, em Notthing Hill. Pelo que parece, ele teria se afogado no próprio vomito - forma muito pouco glamourosa de deixar este mundo. Mas não será sua morte a principal pauta do meu resumo sobre ele, mas sua curiosa mania de agudos em solos e sua fascinação por guitarras.
Hendrix era canhoto, mas se recusava a comprar uma guitarra especial; tocava guitarras para destros ao contrário. Isso era sua marca! Sua guitarra favorita? Uma que será para sempre sua, a Fender Stratocaster (vulgo 'Strat').
Por que eu gosto de Hendrix:
Porque seus solos de guitarra encantaram e encantarão gerações s2
J.J.
Janis Lyn Joplin, a inesquecível Janis, com seus cabelos rebeldes e vocal absurdo. A voz dela era tão fantástica que até hoje eu nunca vi alguém que se comparasse a ela. Nascida em Port Arthur em 19 de janeiro de '43 e morreu de overdose de heroína (mais glamourosa que Jimi, tenho que admitir) no dia 4 de outubro de '70. No ano de 1970, o mundo perdia a voz mais aguda da história e os solos de guitarra mais agudos da história.
Num ritual extraordinário, as cinzas de Joplin (sim, ela foi cremada) foram espalhadas pelo Oceano Pacífico.
Ela esteve no Brasil em fevereiro de '70; foi expulsa do Copacabana Palace por nadar nua na piscina, quase foi presa, cantou em um bordel, enxeu a cara várias noites e fez topless em Copacabana. Ela deixou uma marquinha no RdJ.
Por que eu gosto de Janis:
Porque ela tinha orgulho de ser como era, e porque sua voz me encanta s2
J.M.
Lindo. É a palavra que mais bem descreve James Douglas Morrison: lindo. De Melbourne (8 de dezembro de '43) para o mundo, Jim se mudava constantemente graças ao emprego do pai, que servia à marinha. Estudou em bilhares de escolas, e nunca conseguia se fixar.
Um fato importante: Jim conta que certa vez, quando muito criança, viu um acidente em que um caminhão cheio de índios teria se chocado contra uma viatura, e que como ele não entendia nada, ficou apenas observando. Diz que foi a primeira vez que viu a morte; todos aqueles corpos estendidos no chão, e aquela "tinta vermelha engraçada"... Esse episódio, que os pais de Morrison afirmam nunca ter acontecido, marcou-o profundamente, e ele sempre fazia referências ao acontecido em suas músicas, entrevistas etc.
Casou-se com Pamela (Morrison, rá rá), e viveu um casamento meio conturbado. Tinham muitas brigas, mas se amavam intensamente. Quando sua carreira já estava indo por água à baixo, foi com Pam para Paris. Lá, morreu. Uns dizem que foi por overdose de heroína, embora Jim não fosse conhecido por fazer uso dela - Pam sim. Os médicos disseram que ele teve um ataque do coração. Pam o encontrou na banheira do apartamento novo; chamam-no de "nº 4", pois foi a quarta morte misteriosa (os três primeiros foram Brian Jones, Janis e Jimi, e todos, incluindo Jim, morreram com 27 anos).
Por que eu gosto de Jim:
Porque além de lindo, o filho-da-mãe era talentoso e charmoso s2
K.C.
Kurt. Alguns dizem que era louco, outros que era magnífico. Kurt Donald Cobain, nascido em Aberdeen em 20 de fevereiro de 1967 e morto sobre circunstâncias curiosas/misteriosas em 5 de abril de 1994 (nº 5?) foi e sempre será um dos maiores nomes do rock mundial. A carreira de Cobain foi relativamente curta, mas o sucesso estrondoso e meteórico rendeu ao Nirvana, banda que formou com Krist Novoselic, o título de uma das bandas mais memoráveis de todos os tempos, com seu estilo desleixado - agora conhecido como grunge - e seu som destruído. A morte de Cobain foi trágica ao extremo; Krist saiu do mundo da música, mas Dave (Grohl, do Foo Fighters) manteve-se nesse meio.
Kurt era casado com a conhecida (e detestada minha) Courtney Love, com quem teve a pequena Frances Bean Cobain.
Por que eu gosto de Kurt:
Porque ele cantava bem, tocava bem, compunha bem, era lindo e amava sua família. Ele era perfeito, porra <3