domingo, 24 de outubro de 2010

E aí?

E essa felicidade? E esse bem-estar que eu sinto só de saber que você existe? E esse formigamento dentro de mim, essas borboletas no meu estômago? E esse arrepio que me percorre a espinha quando sinto seu cheiro? E essa constante loucura que me ameaça quando eu penso em nós dois juntos? E esse sorriso que me escapa dos lábios quando vejo você lá longe? E essa vergonha inadequada que me invade quando você me olha nos olhos? E todos as horas que gastei sonhando com você? E todos os segundos em que fechei os olhos e simplesmente vi seu rosto? E todos os minutos em que fiquei a um milímetro da porta da minha casa, pronta para correr até a sua? E cada dia da minha vida em que deixei de amar outros por amar você? E todas as palavras que eu disse? E todas aquelas conversas de bêbado? E aqueles abraços? E aquele sorriso? E aquelas risadas? E todo esse seu charme? E essa trêmula sensação de que nós dois queremos algo em comum? E o meu desapontamento ao saber que isso não passa de idéias idiotas na minha cabeça? E a frase que você desenha em seu rosto toda vez que me vê (Não estou disponível para você)? E minhas mãos trêmulas? E meu rosto corado? E todos os meus sonhos disperdiçados com você? E todas as minhas fantasias nas quais era você o príncipe encantado? E a quantidade absurda de fumaça de cigarro que suportei por sua causa? E todas aquelas doses de vodka que mandei goela abaixo só pra dizer pra você o quanto eu te amava?

E essa rachadura no meu coração? É você quem vai consertá-la?

Black Pearl

Vocês não sabem o que eu encontrei! Eu achei, Deus do Céu, o meu primeiríssimo blog, o Black Pearl! A maioria de vocês nunca sequer ouviu falar dele, mas nossa, nossa, nossa, isso é muito velho. Eu o criei no começo desse ano, sabe, mas parece que foram anos atrás, e acho que nunca recebeu visita alguma que não a minha.
Gente, como eu amava aquele blog! Acontece que perdi a senha, e acho que foi por isso que o abandonei. Mas nossa, eu estava lendo os poucos posts que estão lá (acho que três, no máximo!) e percebi que eu era uma pessoa bem centrada, bem cabeça, há uns meses. Eu pensava de uma maneira totalmente diferente; eu gostava de Restart! Isso exemplifica bem como as pessoas mudam completamente em pouco tempo.
Mas então, se estiver a fim, dê uma olhadinha no meu Black Pearl, só pra rir um pouco, ok?
Um beijo.

sábado, 23 de outubro de 2010

Nunca pensei que se tornaria tão importante nessa minha vida sem graça.
Nunca imaginei que sentiria tanto a sua falta.
Nunca sequer cogitei a possibilidade de sentir saudade.
E estava certa, porque não é saudade: é necessidade.
Necessidade de te contar todos os contos e desencontros que vieram a ocorrer comigo,
necessidade de chorar nesse seu ombro amigo,
necessidade de abrir pra você o jogo perdido que estou vivendo,
necessidade de te contar tudo que aconteceu e tudo que está acontecendo.
Eu tenho certeza de que em todas as seis bilhões de pessoas no mundo inteiro
você é a única que vai me escutar, entender, compreender cada um dos meus anseios.
A melhor amiga que qualquer um pode ou poderia ter,
essa é você.

Para pensar 2

Eu me sinto tão pequena, às vezes... Sinto-me menos que todos ao meu redor, me sinto fraca, me sinto insignificante, como se nada do que eu digo faça sentido ou tenha valor. Sinto que são todos melhores do que eu, e que de todas as pessoas ao meu redor, sou a pior de todas. Sinto que não sou nada.
Me sinto feia, gorda, desproporcional, encontro em mim todos os defeitos que são possíveis de se encontrar. Até penso que tenho coisas que sei que não tenho. Mas não me importa o que eu sei, mas o que eu sinto. E eu me sinto mal.
Tenho comigo uma eterna sensação de que nada é bom o suficiente em mim, e que nada do que eu fizer vai estar bom. Sinto que sou eu quem tem que agradar a todos, e que jamais mereço qualquer atenção que recebo. Meus dons, ainda que poucos, eu acho que são absolutamente inúteis, ou imensamente desmerecidos. Sinto vergonha de ser como sou.
Mas sabe, eu só me sinto dessa forma pequena, insignificante e inútil metade do tempo. A outra metade eu uso pra me convencer de que nada disso é verdade.

Desculpe

Quando aprendermos
o que é importante
o mundo talvez
venha a mudar.
Mas por enquanto
somos tão fúteis;
um bando de patricinhas
e playboyzinhos inúteis.
Que é que fazemos
ou já fizemos
pra mudar alguma coisa?
Eu sei que não fiz
absolutamente nada.
Mas quer saber,
foda-se.
Uma ação minha,
e disso eu tenho certeza,
não vai salvar sozinha
toda essa natureza.
Então desculpe, Terra,
mas não dá.
Eu até tentaria
mas não vai dar resultados.
Não dá pra te salvar.

Meu medo

Nunca foi fácil - e nunca será. Para mim, sempre foi a coisa mais difícil a se fazer, mas tinha que ser feita. Existem coisas das quais não podemos fugir; temos que erguer a cabeça, olhar firme e bater de frente.
Estou falando de entrar na minha sala de aula.
Ah, achou que era uma coisa muito louca, né não?! Mas é que é o seguinte: pra chegar na minha sala, eu tenho que subir todas as escadas do mundo, e então entrar num corredor. Minha sala é a última sala do último andar da escola, vê se pode um negócio desses. Mas enfim, o negócio é que esse corredor parece ser o lugar preferido de todas as malditas mariposas que existem na escola toda. E eu, como boa medrosa que sou, tenho medo de mariposas. E é engraçado isso, sabe, porque eu não tenho medo de nenhum outro bicho, só de mariposas. Mariposas, mariposas... eca. Depois de quase dez anos de fobia, eu me especializei e posso te dizer claramente todas as diferenças entre mariposas e borboletas; mas não vou dizer aqui, porque isso que eu acabei de dizer é só força de expressão.
O negócio é que o meu medo não é de borboletas, entenda bem: é de mariposas. Coisas marrons, fedidas, feiosas, horrorosas. Blééééh. Odeio, odeio, odeio. E tenho um puta dum medo dessas aberrações da natureza. E eu nem entendo por que elas existem, poxa. Afinal elas não comem nenhum tipo de inseto-praga, não são bonitas, não ajudam o meio ambiente, não são nada, não servem pra nada.

Peraí, eu sei sim pra que elas existem: são alimento para passarinhos. E eu adoro quando vem um passarinho decapita, estripa e come uma mariposa demoníaca bem na minha frente. Me sinto tão feliz, ai ai.
Mas enfim, esse é o post de agora. Como hoje estou inspirada, provavelmente vou postar mais, ok?
Beijo, e matem as mariposas.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Mãe

Como consigo ser assim tão absurdamente imbecil? Eu não quero brigar com você nunca mais, porque não sou eu quem tem razão. Eu sou a idiota, e não você. Perdoe-me por ser assim impulsiva e inflexível, tão debilmente lúcida de meu dever de simplesmente calar a boca. Perdoe-me por ser tão cretina a ponto de achar que por um só segundo era eu a correta em toda essa história. Por favor, me desculpe. Eu sou a pior filha do mundo, eu sou cheia de defeitos, eu sou ridícula, eu sou apenas eu, e você sabe disso. Sou assim, inferior. Sempre fui, sempre serei. Inferior a você. Porque quando é que um aprendiz ficou maior que o mestre? Você é minha luz, minha guia, minha corda, minha búsula, você é o que me guia pelo caminho certo, por mais que eu puxe a mim mesma pelo caminho errado. Você é minha mãe, a melhor de todas. Você me entende, ajuda, perdoa. Você aceita essa criatura indócil e cretina que tem como filha com o seu coração (tão grande) aberto. Perdoe-me, perdoe-me! Juro que não é por mal, nem por prazer. Sinto-me tão pútrida por dentro quando brigo com você, tirando a razão. Se tivesse como, eu me puniria. Na verdade, já faço isso. Fico aqui, me auto-flagelando da pior forma: com meus próprios pensamentos, analisando meus próprios erros. Erros, erros, erros. É tudo que sei cometer? Erros? E meus acertos, onde estão? Não existem. Com você, eu nunca acerto. Nunca sou boa o suficiente, nunca fui e nunca serei. É aí que está a beleza do relacionamento mãe-e-filha. Eu nunca serei boa o suficiente pra você, o que me leva a tentar. Sempre tentando. Não parece, mas eu dou o máximo de mim, juro por Deus. O máximo que tenho, tudo que posso.
Me perdoe mãe, você que é uma mãe tão imperfeita, perfeita para mim: me perdoe por não ser tão boa quando deveria.
Desculpe-me, mas por favor, não me abandone.
Você é tudo que eu tenho.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Não se pode negar

Não se pode negar
aquilo que está
estampado em seu rosto.

Não se pode negar
que você desenha
se eu vejo o esboço.

Não se pode negar
que eu te amo
se esse sentimento
é tão profundo
que chega a cada osso.

Não se pode negar
que eu te odeio
se me retraio
quando te ouço.

Não se pode negar
esssa atração
que se expressa
a cada encontro.

Não se pode negar
que eu te perdi
porque dormi no ponto.

Treino

Treino de vôlei é, sem dúvida, a coisa mais foda criada pelo homem. Meu, nunca fui tão viciada em algo como sou no treino. As meninas ficam animadas, a gente faz um pouco de exercício nessas nossas vidas sedentárias, queimamos calorias e rimos, rimos demais! Vez ou outra aparece um pessoal novo, e a gente tem que melhorar sempre pra poder continuar no páreo.
Isso não é de agora. Na verdade, toda essa farra começou há dois anos, lá em agosto de 2008, e eu não sei direito como surgiu. Se foi a Stallmach, se foi minha mãe, se foram as meninas solamente. Isso não importa, também. O que importa é que mesmo depois de um ano paradas, nós não perdemos totalmente o jeito; ainda lembramos de como é. É quase como andar de bicicleta, com a diferença de que andar de bicicleta é infinitamente mais fácil. Mas nós evoluímos.
Meu, se for comparar como nós éramos há dois anos e como somos agora, assim, não tem comparação! Agora somos quase perigosas, sério.
Existem alguns títulos, mesmo que desconhecidos, como menina Hadouken (não, eu não sei como escreve), que é a Poliana. A nossa novíssima chefona, Letícia, e otras más.
O mais legal é perder o medo de levar bolada; aprender a pegar com manchetes os meteoros que vem do outro lado do campo. É divertido, é doloroso, é foda.
Eu s2 vôlei.

domingo, 17 de outubro de 2010

Horário de verão

Fala sério comigo: pra que horário de verão?! Isso só ahaza com a minha vida. Com a minha e com a de todo o resto do mundo, pelo amor de Deus! Quer um exemplo? São 22h27min agora, só que na real, era pra ser nove e meia da noite, não dez. Argh, eu detesto isso. Uma hora a menos de sono, eu acordo de noite, meu humor (que já não é bom) fica terrível, bléh. Detesto, detesto. E quero ver alguém dizer que gosta, porque é impossível gostar de horário de verão. O dia demora a nascer, a noite demora a chegar, que é que há de bom nisso?! Eu adoro acordar com o dia nascido, sabe? Assim, com o sol batendo na janela, sem me sentir uma vampira que não pode ver o sol, aaaah, que desespero.
Mas enfim, já comecei a viajar.
A moral da história é eu detesto horário de verão. Espero que alguém compartilhe comigo este sentimento de ódio.
Tchau.

1.000

Eu tive, finalmente, 1.000 visitas contabilizadas! Gente, isso pra mim é, sem brincadeira, muuuuito importante.
Outros blogs de pessoas que eu conheço, sou amiga e tenho parceria já têm mais de 1.000 visitas, por que será que pra mim é tão importante?
Acho que é porque me dá um puta orgulho saber que as pessoas se dão ao trabalho de vir até o meu blog e ler qualquer coisa que eu escrevo, gente, pra mim isso é mais que importante, é tudo.
Muito obrigada a todos que já passaram por aqui pelo menos uma vez. Sério. Obrigada.
:]

sábado, 16 de outubro de 2010

Escuridão

Havia tanta luz que mal cabia naquele lugar a minha própria escuridão. Fui reduzida a uma partícula infinitamente inútil, importante apenas para lembrar a mim mesma que aquela luz toda era diferente de mim. Eu era diferente. Sempre fui, sempre serei. Nunca houve escuridão como a minha, pois todos queriam ser luz. Então eu te encontrei, e fiz de você meu parceiro na escuridão. Acontece que você me trocou pela luz. Todos fizeram isso, e eu não sentia-me mais única; sentia-me excluída, pobre, deficiente. Em mim a deficiência, a falta de luz se fazia grande, se fazia forte.

Hoje ainda não sou luz, sou sua ausência. Não mais espero tornar-me parte de algo tão grande, tão comum, tão acolhido. Hoje, apenas espero ser notada por não possuir a grandeza da luminosidade em mim. Eu sou escuridão, assim sempre fui, assim sempre serei. Não quero mudar, não quero ser comum, não quero ser luz. A luz me cega, a escuridão me acolhe.
Eu sou escuridão.

Confirmada

Agora está confirmada minha parceria com Mary Pepper/Maria Alice, do Souvenirs Boîte, e novamente uma parceria com Bruna Campos, do So Just Smile.
Votem na enquete.
Quando ela acabar, passaremos novas informações.
Au revoir.

Sabe o que você é?

Você é hipócrita, por falar de amor e não ter isso em seu pequeno e podre coração. Você é ridícula, tanto em suas ações quanto em seu caráter. Você é totalmente repugnante, e eu te odeio.
Eu não devia, mas vou entrar no mérito e dizer a você tudo que o ele, o meu amigo não deixou, porque você era a namorada dele. Bem, vocês não namoram mais, então, do início: Sabe o que você é?
Você é uma vaca por ter feito meu amigo sofrer. É uma vadia pela forma como anda, como se veste. É uma idiota por achar que todos te adoram. É uma grandissíssima filha-da-puta por achar que o mundo gira ao seu redor, e acima de tudo, é uma menina muito, muito má, por não fazer aquilo que mandamos: tomar no cu. Ou sei lá, talvez você não seja tão má, e faça exatamente isso.

E só pra terminar, eu posso não ser bonita, mas você tem cara de peixe.
Tchau.

Estrela cadente

"Podemos fingir que os aviões na escuridão da noite
são como estrelas cadentes
Seria muito bom um pedido agora, um pedido
agora, um pedido agora"

Todos temos pedidos a fazer. Seja a Ele, a uma estrela cadente, não importa. Só precisamos de algo para acreditar, uma base pra poder apoiar nossas idéias infâmes de que alguém fará algo para realizar o pedido que fizermos. Bobagem, sabemos, mas é assim que funciona. Somos humanos. Não aguentamos tudo sozinhos, precisamos de ajuda, precisamos que alguém nos ajude. Que alguém nos ouça, que cuide de nós. Precisamos confiar que uma força além de nosso entendimento é tudo que permite que o mundo continue girando sem sair do lugar. Não gostamos de simples respostas científicas, não. Queremos crer que há algo mais.
Sempre há.
E precisamos disso, seja lá o que for.

Enquete

Oi gente.
Vocês devem ter visto que eu coloquei uma enquete ali sobre o que vocês prefeririam ganhar se eu fizesse um sorteio.
Acontece que eu estou pensando seriamente em fazer uma parceria com outros blogs (como Souvenirs Boîte e So Just Smile, novamente) para fazer um sorteio.
Para saber o que vamos sortear, vocês podem votar ali, na enquete (dã).
Assim vai facilitar pra gente:
1) saber o que vocês querem e
2) avaliar se é viável.

Entenderam? É fácil.
Então votem na enquete :]

Novo design, que tal?

Enjoei do antigo design e resolvi mudar. Eu adoro essa cor que eu não sei se é verde ou azul, então... mas enfim, eu gostei. Espero que vocês também tenham gostado.
Faz tão bem inovar de vez em quando, né?
Mas como eu disse no meu Tumblr, (que aliás eu mudei novamente e está diferente do link que está na postagem sober Tumblr) às vezes temos que não inovar, mas pegar algo velho e fazê-lo. Meio confuso, mas é isso.
:]

Coisas que estavam no papel...

Por favor gente, façam uma visitinha ao blog da Maíra Souza. Ela escreve bem demais, sempre sobre assuntos diversos. Muito, muito fabuloso! Mai, parabéns.
Ela sempre posta comentários aqui no blog, sempre lê o que eu escrevo, e acabo de me tornar uma leitora leal ao blog dela. Gente, que tudo! Usa palavras tão lindas, fala sobre coisas tão difíceis. Por exemplo, o último que ela postou (até agora), Erros e Consequências. Adorei.
Mas enfim, é só o que tenho a dizer.
Vão lá, ok?
:]

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Meu Tumblr

Você já entrou em um Tumblr? É um mini-blog onde você posta fotos, textos e tal. Parece muito com o Blogger. Mas sei lá, é mais bonito.
O negócio é que eu criei um Tumblr. Criei, primeiramente, para saber o que é, mas depois fiquei com gosto pelo negócio, já que por ele eu posso colocar fotos no WeHeartIt. Acredite ou não, isso me deixou muuuito feliz.
Então se tiverem tempo, entrem no meu Tumblr. Aproveita e entra no meu WHI também, vai.
:]

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ouça, amiga

Fala sério comigo, amiga, como você pode ser tão... fraca? Como pode aceitá-lo de volta? Como pode fechar os olhos para a dor e simplesmente rezar para que ela passe? Como pode se sentir tão inferior a ponto de gostar dele? Como pode não ouvir todos os alertas? Você merece coisa muito melhor do que aquilo. Essa sua falta de amor próprio não me enoja, me toca. Tenho pena de você. Mas não se ofenda. Na verdade, só quero te ajudar. Quero que você confie em mim quando eu te disser para se afastar dele, porque ele te faz mal. Quero que você veja por si mesma o traste que ele é. Veja, é só olhar: ele não te ama. Você sabe que é verdade, e que todos que te dizem isso estão certos. Até entendo que você não consiga apagar o que aconteceu, mas você podia fechar essa janela da sua vida, trancá-la. Podia tentar esquecer o passado, pensar um pouco no futuro. Você tem um coração mole demais. Deixa que ele te tenha quando quiser. Você não se importa com o que os outros vão pensar, e eu te admiro tanto por isso... Mas faz mal. Pra você. Pra nós. O único que não se machuca nessa porra de brincadeira é ele. Ele não sente nada.
Então veja só, apenas um de dois sofre. Isso não é saudável. Aliás nada nesse relacionamento é saudável. Ele te trata como lixo. Você o trata com luxo. Agradece todo sorriso que ele te dá, cada palavra suave, cada menção ao seu nome. Chega, amiga, esqueça disso. Olhe para frente. Veja, há tantos melhores que ele...
Mas você não consegue. Você é como a mocinha do filme, a melhor amiga do herói: só se apaixona pelo bandido.